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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A Violência Islamista Guiará o Destino da Europa

por Daniel Pipes
Washington Times
10 de Outubro de 2016
Original em inglês: Islamist Violence Will Steer Europe's Destiny
Tradução: Joseph Skilnik
ESTOCOLMO, Suécia - ao visitar bairros mais afastados, predominantemente muçulmanos, que estão emergindo em quase todas as cidades do norte da Europa, uma pergunta vem recorrentemente à mente: por que alguns dos países mais ricos, mais instruídos, mais seculares, mais tranquilos e mais homogêneos do planeta, voluntariamente, abriram suas portas a praticamente qualquer migrante dos países mais pobres, mais retrógrados, mais religiosos e menos estáveis?
Outras perguntas se seguem: por que justamente os países de maioria cristã decidiram acolher imigrantes em sua maioria muçulmanos? Por que tantos políticos da velha guarda, principalmente Angela Merkel da Alemanha, ignoram e vituperam aqueles que estão cada vez mais preocupados que essa imigração esteja permanentemente mudando a fisionomia da Europa? Por que cabe justamente aos países mais fracos do Grupo Visegrád da Europa Oriental articular a patriótica rejeição a esse fenômeno? Qual é o futuro dessa imigração?
Um aviso na estação central de trens de Copenhague em outubro de 2016 negando temporariamente o livre trânsito na área Schengen sem fronteiras. (Crédito da foto: Daniel Pipes)
Não há uma resposta única que se aplique aos diversos países, contudo, dos muitos fatores (como a secularização) por trás dessa aceitação sem precedentes históricos de povos estrangeiros, se destaca como o mais crítico a sensação de culpa dos europeus ocidentais.
Para muitos europeus ocidentais mais intelectualizados sua civilização se baseia menos em cima de avanços científicos, níveis de prosperidade jamais vistos e a conquista única das liberdades humanas e mais em relação ao colonialismo, racismo e fascismo. A brutal conquista francesa da Argélia, o funesto genocídio alemão, sem igual, perpetrado contra os judeus e o legado de um nacionalismo extremo fez com que muitos europeus, na análise do intelectual francês Pascal Bruckner, vejam a si mesmos como "o homem doente do planeta", responsável por todos os problemas globais, da pobreza à depredação ambiental, "o homem branco semeou dor e ruína por onde quer que tenha passado". A abundância implica em roubo, a pele clara manifesta a pecaminosidade.
A ilustração do Washington Times desse artigo.
Bruckner rotula isso de "tirania da culpa" e eu encontrei algumas expressões impressionantemente expressivas desse auto-ódio nas minhas recentes viagens. Um padre francês manifestou remorso em relação ao histórico da Igreja. Um alemão intelectual conservador prefere sírios e iraquianos a seus compatriotas alemães. Um guia turístico sueco se afastou de seus colegas suecos e espera que não seja visto como tal.
Na verdade, muitos europeus têm a sensação de que essa culpa os coloca num degrau mais alto; quanto mais se depreciam, mais se vangloriam - inspirando uma estranha mistura de autoaversão e superioridade moral que, entre outras consequências, os deixam relutantes em perder tempo e dinheiro necessários para terem filhos. "A Europa está perdendo a fé em si mesma, as taxas de natalidade entraram em colapso", observa o cientista irlandês William Reville.
A catastrófica queda nas taxas de natalidade criou uma crise demográfica existencial. Considerando que mulheres da União Europeia deram à luz apenas 1,58 filhos no ano de 2014. No continente não há nascimentos suficientes sequer para equilíbrio com as mortes. Com o passar do tempo esta taxa situada num patamar bem abaixo da mera substituição significa uma queda acentuada no número de portugueses, gregos e outros. Manter o estado de bem-estar social e a máquina das pensões funcionando requer a importação de estrangeiros.
Total da taxa de fertilidade das mulheres europeias em 2014. (Fonte: Eurostat)
Esses dois movimentos - remir-se da culpa e substituir filhos inexistentes − se juntam então para incentivar o fluxo massivo de povos não ocidentais, o que o escritor francês Renaud Camus chama de "a grande substituição." Asiáticos do sul no Reino Unido, norte-africanos na França e turcos na Alemanha, além de somalis, palestinos, curdos e afegãos por todos os lados, podem alegar inocência em relação aos pecados históricos da Europa, ainda que ofereçam a perspectiva de impulsionar a economia. Conforme o escritor norte-americano Mark Steyn coloca: "o Islã é agora o principal fornecedor de novos europeus".
O Establishment ou o que eu chamo de 6 pontos: (políticos, policiais, promotores, imprensa, professores e sacerdotes) geralmente insistem que tudo vai dar certo: os turcos se tornarão trabalhadores produtivos, os somalis bons cidadãos e os problemas com os islamistas se esvairão.
A teoria é essa e às vezes ela até funciona. Muito mais comum, no entanto, ocorre quando os imigrantes muçulmanos se mantêm distantes da cultura da sua nova casa europeia ou rejeitam-na por completo, conforme claramente manifestado pelas relações de gênero, alguns atacam violentamente os não-muçulmanos. Muito frequentemente também eles não têm as qualificações ou o incentivo para trabalharem com afinco e acabam sendo um ônus para a economia.
Um aviso em Amsterdã adverte os criminosos que eles terão que passar por um exame de DNA por intermédio de um spray para identificá-los. (Crédito da foto: Daniel Pipes)
O fluxo de povos muçulmanos que não se integram levanta a séria questão se a civilização europeia do milênio passado tem condições de sobreviver. Será que a Inglaterra se tornará Londonistão e a França uma república islâmica? O Establishment critica, rejeita, marginaliza, ostraciza, suprime e até prende aqueles que levantam essas questões, humilhando-os como extremistas de direita, racistas e neofascistas.
Apesar disso, a perspectiva de islamização faz com que um número cada vez maior de europeus lutem para preservar seu tradicional estilo de vida. Fazem parte dessa lista líderes intelectuais como a já falecida Oriana Fallaci e o romancista Michel Houellebecq, políticos como Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria e Geert Wilders, líder do partido mais popular da Holanda.
Partidos políticos anti-imigração normalmente recebem cerca de 20% dos votos. Há um consenso recente de que o apelo desses partidos permaneça nesse patamar, se chegarem a 30%, talvez possam continuar crescendo. Pesquisas de opinião mostram que a maioria esmagadora teme o Islã e quer interromper e até reverter os efeitos da imigração, principalmente a dos muçulmanos. Sob esta ótica Norbert Hofer, que recentemente recebeu 50% dos votos na Áustria, representa uma potencial guinada de grande importância.
Apetrechos de moradores de rua para dormir na Avenue de Flandre, Paris, em setembro de 2016. (Crédito da foto: Daniel Pipes)
A maior questão que a Europa enfrenta é quem ou o que irá conduzir o futuro do continente, o Establishment ou a população? A extensão da violência política islamista provavelmente irá decidir isso: o estrondoso rufar dos tambores dos assassinatos em massa (como os da França desde Janeiro de 2015) puxa a sardinha para o lado do povo, sua ausência permite que o Establishment permaneça no comando. Ironicamente, portanto, as ações dos migrantes é que irão, em grande parte, moldar o destino da Europa.
O Sr. Pipes (DanielPipes.org, @DanielPipes) é o presidente do Middle East Forum. © 2016 por Daniel Pipes. Todos os direitos reservados.
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