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sábado, 31 de dezembro de 2016

Terrorismo no Brasil?



Desde os atentados nos Estados Unidos em setembro de 2001 o mundo inteiro passou a dedicar atenção ao terrorismo. Mas no Brasil parece que a coisa ficou inerte.
Apesar do país ter assinado diversos tratados e termos de cooperação se comprometendo a combater o terrorismo, por muitos anos a presença em território brasileiro foi negado pelo governo e pela polícia federal, mas nos últimos anos a coisa mudou de figura.
O UOL apurou que tanto a Polícia Federal como a Abin monitora dezenas de pessoas por suspeita de envolvimento com grupos extremistas como a Al Qaeda, o Hezbolah, as FARC e mais recentemente, o Estado Islâmico.
"Quando pensávamos que o grande risco no terrorismo era a Al Qaeda, surgiu o Estado Islâmico e sua força no recrutamento", afirma um agente da Abin.
O trabalho de monitoramento de suspeitos no Brasil também conta com ajuda de órgãos de inteligência internacionais como a CIA, o serviço secreto americano, a MOSSAD, o serviço secreto israelense e o MI6, o serviço secreto inglês.
Ao menos 30 agências de inteligência mantém operações em território brasileiro e outras 90 integram uma rede de troca de informações do qual o Brasil faz parte.
Há brasileiros sendo monitorados, por exemplo, por manter contato com pessoas no exterior suspeitas de serem recrutadores  do Estado Islâmico.
Em alguns casos esta rede de informação faz com que tanto Polícia Federal como Abin monitore a passagem de imigrantes suspeitos pelo Brasil ou monitorar  aqueles que decidiram ficar aqui no país.
Um exemplo disto foi  no caso recente divulgado pela revista Época do físico francês Adlène Hicheur, que trabalha na Universidade Federal do Rio de Janeiro e foi preso e condenado em 2009 na França sob a acusação de planejar atentados terroristas.
Para agentes da Polícia Federal, Hicheur é um homem suspeito e sua presença no Brasil incomoda, principalmente por seu histórico combinado com sua inteligência e sua área de atuação, que é física nuclear.
Mas o máximo que as autoridades brasileiras podem fazer é monitorar, Hicheur não pode ser preso no Brasil, mesmo que de fato a investigação aponte que ainda mantenha vínculos com terroristas pela falta de definição do crime de terrorismo na legislação.
Na prática ninguém no país pode ser acusado de terrorismo, quando há uma investigação em curso ou o monitoramento, o que acontece é a justiça ser acionada e operações da Polícia Federal acabam sendo deflagradas quando estes alvos cometem outros crimes como lavagem de dinheiro, falsificação, formação de quadrilha,  evasão de divisas, apologia ao crime ou injúria racial.
Em agosto de 2015, por exemplo, foram expedidos 18 mandados de busca e apreensão em uma operação batizada de Mendaz pela Polícia Federal.
O alvo foram pessoas suspeitas de integrarem um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que beneficiavam um grupo extremista. O dinheiro era enviado do Brasil para o exterior sem que fosse possível identificar os beneficiários do dinheiro.
Os detidos na operação mantinham perfis em redes sociais que defendiam execuções em massa e declaravam apoio ao Estado Islâmico. A operação foi acompanhada pela Embaixada Americana e Israelense.

fonte http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/12/31/terrorismo-no-brasil.htm

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