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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Lei sharia - Ex escrava sexual do mercado de escravas

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O egípcio Sheikh Abu-Ishaq al-Huwayni declarou em maio 2011 que "estamos na era da jihad", e isso significava que os muçulmanos levariam escravos. Em uma entrevista posterior, ele explica: "Jihad é apenas entre muçulmanos e infiéis. Despojos, escravos e prisioneiros só devem ser tomados na guerra entre muçulmanos e infiéis. Muçulmanos no passado conquistaram, invadiram, e assumiram países. Isto é acordado por todos os estudiosos. Não há desacordo sobre isso em nenhum deles, desde o menor até o maior, sobre a questão de tomar despojos e prisioneiros. Os prisioneiros e despojos são distribuídos entre os lutadores, que inclui homens, mulheres, crianças, riqueza, e assim por diante."
‪#‎Link‬http://www.frontpagemag.com/…/why-islamic-state-behaving-wa…
‪#‎Original‬ em árabe:http://www.alarabiya.net/articles/2011/05/25/150510.html
Na Sura 4:24 diz:
E vos é proibido esposardes as mulheres casadas, exceto as escravas que possuís … (NASR)
‪#‎Matéria‬ do O Globo : Noiva jihadista ataca Michelle Obama: estupro de escravas é ensinamento de Maomé:http://oglobo.globo.com/…/noiva-jihadista-ataca-michelle-ob…
Nas suras 4:3; 23:5-6; 33:50; 70:22-30, fazem menção ao sexo com escravas; já nas suras 23:5-6 e 70:22-23 permitem aos homens terem sexo com elas durante o período Mecano, durante tempos de paz antes de maomé iniciar suas pequenas inimizades e guerras enquanto ainda esteja sediado em Medina.
‪#‎Texto‬ traduzido de uma das escravas de maomé, Mariyah:http://www.exmuculmanos.com/mariyah-a-escrava-sexual-do-pr…/
A insuficiência do Alcorão e da Sunna implica recorrer às fontes legais derivadas, que são o “Idjma” e a “Qiyâs”. O “Idjma” é o acordo (consenso) da comunidade de teólogos-juristas sobre regras do Alcorão e da Sunna, podendo ser basicamente resumida como a fonte dogmática do Direito islâmico, que uma vez estabelecida a interpretação, a solução do caso não pode ser contestada. Para suprir as lacunas das três fontes já citadas (Alcorão, Sunna e “Idjma”), surge a “Qiyâs”, que designa uma dedução ou raciocínio por analogia. Admitiu-se, por consenso da comunidade islâmica, o caráter lícito da analogia como fonte do direito, sendo incorporado como forma supletiva e não criativa. Existe a imutabilidade da doutrina que não pode ser alterada por nenhuma autoridade e admitir certas regras só será permitido quando não contrariar a lei suprema da comunidade. (Shariah).
As fontes espontâneas são o costume (conduta local) e a jurisprudência. Os costumes só são admitidos se não contrariarem o texto sagrado e se sua necessidade for absoluta. A jurisprudência na formação do Direito muçulmano vem sendo considerada em um período relativamente recente. A trajetória da organização judiciária esta intimamente ligada à religião.O poder dos “emires”(governadores ) foi gradualmente transmitido para os “cádis” (funcionários responsáveis pelos serviços de justiça e pelos poderes da polícia).Muito mais que um juiz religioso, é também um consultor de governantes ,onde seu objetivo principal é aplicar e fazer respeitar a Charia. Quanto ao processo, não segue o procedimento ocidental, sendo pouco formal, onde as principais fontes de provas são as formas orais e o juramento.
Para o islamismo, a lei é uma decisão de allah e o conteúdo jurídico faz parte de um sistema de regras religiosas e morais. Em resumo, as leis são oriundas dos textos sagrados e do consenso de estudiosos.
‪#‎artigo‬ em inglês com fontes que compõem a jurisprudência islâmica no que tange escravidão sexual: http://answering-islam.org/Silas/femalecaptives.htm


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