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quarta-feira, 2 de março de 2016

Casamento Temporário: A Prostituição Religiosa do Islão (mut'ah, sighe, misyar)

José Atento

Além de poder se casar com até quatro mulheres ao mesmo tempo e poder se deliciar com "escravas sexuais" (a mulher que sua mão direita possuir - geralmente mulheres infiéis), conforme o Alcorão 4:3, o homem muçulmano pode ainda usufruir de "esposas temporárias", que recebem dinheiro em troca de sexo. (Lembre-se que prostituição é a troca consciente de favores sexuais por dinheiro). Este esquema funciona através dos casamentos temporários (chamados de mut'ah, sighe ou misyar). 
A hipocrisia deste comércio é talvez o seu aspecto mais vil. É melhor uma prostituição francamente reconhecida do que casamentos falsos e religiosamente aprovados, pois enquanto que o primeiro é visto como um vício, o segundo é desfraldado como uma virtude.
Mulheres. Abram o olho. Os predadores islâmicos estão em ação. Já tem existido casos de propostas de casamentos temporários feitos para mulheres brasileiras! Queridas: não se prostituam! 
Casamento temporário

É um contrato feito entre um homem (casado ou solteiro) e uma mulher (solteira), sob a benção de um clérigo islâmico. O tempo de duração do casamento pode ser um hora, várias horas, um dia, alguns dias, sempre algo curto de modo a se caracterizar como temporário. Muito conveniente para o muçulmano que viaja (os sauditas e os iranianos são quem mais usam isso). O homem paga uma taxa (mahr), sendo que uma porção dela vai para o clérigo e outra porção para a mulher (isso nada mais é do que prostituição religiosamente aprovada, na qual o clérigo assume o papel de cafetão).

Essa prática chama-se de mut'ah (em árabe) e de sighe (no idioma persa farsi).

Mut'ah (متعة) é uma palavra árabe que significa, literalmente, diversão, prazer, ou gratificação.

A palavra mais comumente empregado para o casamento é nikah, que significa literalmente "relação sexual".

De modo que o casamento temporário também pode ser chamado de Nikah Mut'ah.

Base Corânica e Sharia
"Portanto, para aquelas [mulheres] com as quais você tem prazer, dê-lhes a remuneração devida" (Alcorão 4:24).
Interpretação deste verso: "Não há dúvida alguma de que a palavra, al-istimta '(= lit., para desfrutar) usada neste versículo significa casamento Mutah. O verso é de Medina, e uma parte do capítulo "As Mulheres", que foi revelado no primeiro semestre de vida do Profeta em Medina, como a maioria dos seus versos indicam; e nesse período este tipo de casamento, ou seja, Mutah, foi, sem qualquer dúvida, uma prática comum, um costume prevalente entre os muçulmanos - e as tradições aceitam por unanimidade este fato. Não faz diferença se foi ou não foi no Islã que teve origem este sistema; o que é importante é o fato de que esses casamentos estava em voga dentro da visão e da audição do Profeta; e tinha isso um nome, Mutah; nenhuma outra palavra era usada para designar esse tipo de casamento." [2]
Jabir b. 'Abdullah e Salama b. al-Akwa disse: veio até nós o proclamador do Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e disse: O Mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) concedeu-lhes permissão para beneficiar a si mesmos, isto é, a contrair casamento temporário com as mulheres. (Hadice de Muslim, Livro 008, Número 3426.
Existem vários outros Hadices na tradição xiíta. 
A Tradição de Maomé indica que a prática do casamento temporário existiu durante a vida de Maomé, que o teria recomendado a seus companheiros e soldados. Mais tarde, o segundo califa, Umar, o declarou como sendo ilegítimo, fato este que pode ser considerado como uma "inovação" contrária àquilo que Maomé fez. Além do mais, os xiítas não aceitam Umar como um califa legítimo, pois ele não era da família de Maomé (para os xiítas, o califa deveria ser Ali, o cunhado de Maomé).

A jurisprudência islâmica xiíta é unânime em aprovar o casamento temporário [3]. Já na jurisprudência sunita, não existe unânimidade. Por exemplo, o manual de lei islâmica 'Umdat as-Salik wa 'Uddat an-Nasik, artigo m6.12 diz que o mut'ah é legalmente inválido, defendendo o ponto-de-vista da Escola Shafí. As outras escolas sunitas são ambíguas.

Mas o fato é que existe um truque. Os sunitas usam uma outra palavra para designar o casamento temporário: misyar, ou o "casamento do viajante."

E agora, um enorme saco-de-gatos está aberto, afetando tanto os sunitas como os xiítas.

Registro de Casamentos Temporários em Teerã, Irã.

Desculpas apresentadas para justificar o Casamento Temporário

As desculpas para justificar o Casamento Temporário sãos as mais diversas. Em uma entrevista em sua casa em Qom, o aiatolá  Sayyid Reza Borghei Mudaris ofereceu uma lista de quem pode se beneficiar com o casamento temporário: uma viúva falida; um viúva jovem: "O Casamento Temporário atende as suas necessidades, porque se ela não o fizer, ela terá problemas psicológicos"; um homem que não tem condições econômicas para um casamento permanente; e um homem casado com problemas de relacionamento que precisa de "um tipo de medicina" fora de casa. [4]

As críticas vem de mulheres dentro do próprio mundo islâmico. Ziba Mir-Hosseini, uma antropóloga legal que escreveu um estudo do direito da família islâmica, disse "As mulheres que entram neste tipo de casamento nunca falam sobre isso. É por isso que eu chamo de um casamento socialmente defeituoso." Ela continua: "É em grande parte a prerrogativa de homens ricos e casados, e a maioria das mulheres nos casamentos temporários (sighe) são divorciadas, viúvas, ou pobres. Apenas o homem tem o direito de renovar a sighe quando o tempo do contrato expira, seja para pagar nova quantia, seja para terminá-lo cedo. Enquanto as mulheres podem ter apenas um marido de cada vez, os homens podem ter quatro esposas e esposas temporárias são permitidas em número ilimitado. Rezvan Moghadam, o diretor da organização sem fins lucrativos de saúde da mulher, coloca sem rodeios: "Os homens fazem isso por diversão. As mulheres fazem isso por dinheiro. Elas não sentem prazer com isso de modo algum." [4]

Implicação para as mulheres brasileiras

Queridas. Abram o olho. Os predadores islâmicos estão em ação. (leia o meu artigo "Mulheres brasileiras enganadas por muçulmanos através de "namoro pela internet"). Já tem existido casos de propostas de casamentos temporários para as mulheres brasileiras! Queridas: não se prostituam!

No que interessa às mulheres infiéis, a escola xiíta diz que as mulheres infiéis só podem se casar com um muçulmano através de um contrato de casamento temporário:
Um homem muçulmano xiíta pode se casar [...] com uma mulher judia ou cristã apenas em um contrato de mut'ah.
Os sunitas não dizem nada. Apenas agem.

Sala de Chat para se arrumar parceiras para um casamento temporário: 
os predadores sexuais islâmicos estão à solta no mundo da Internet!


"Sexo lícito" segundo a lei islâmica

Parêntesis: o que seria "sexo lícito" segundo a lei islâmica?

Para o homem:
  • Sexo com uma das suas 4 esposas.
  • Sexo com uma mulher “que a sua mão direita possuir” (escrava sexual = mulher não-muçulmana … e existem regras para isso também que inclusive justificam o estupro de mulheres não-muçulmanas - é por isso que Mohammed é o nome mais comum dentre os estupradores na Inglaterra).
  • Independente do seu estado civil, o homen pode ter sexo com uma esposa temporária. O homem pode ter várias esposas temporárias simultaneamente. 
Para mulher:
  • Sexo com o seu marido.
  • Sexo com um "marido" dentro de um contrato de casamento temporário (apenas se ela for solteira, divorciada ou viúva - uma mulher casada não pode arranjar um casamento provisório: isso seria adultério). 
O islão favorece a luxúra masculina. 

Evidências da sua prática

"Law of Desire: Temporary Marriage in Shi'i Iran", um livro que explora o tema do casamento temporário no mundo xiíta. [5]

O filme Prostitution Behind the Veil (Prostituição Atrás do Véu, 2005), da cineasta iraniana Nahid Persson, retrata a história de duas jovens mães, toxico-dependentes de heroína, tentando sobreviver em uma sociedade macho-dominante, e que seja as prescrições de Alá. O mundo está cheio de histórias de prostitutas que não podem vir para fora do círculo de dependência, e estão presas no inferno da prostituição. Qual é a diferença aqui, então? Bem, nem o governo, nem Alá estão se opondo ao que está acontecendo com as meninas, cuja exploração é indescritível. 

Um documentário mais recente, chamado In the Bazaar of Sexes (No Bazar do Sexo) explora este fenômeno no Irã. 

Daniel Pipes descreve o turismo sexual saudita, composto por homens ricos, de meia-idade, movidos a Viagra,  que viajam até Haiderabade, na Índia, em busca de noivas virgens adolescentes. Os árabes geralmente "casam" com as meninas por períodos curtos, às vezes apenas uma única noite. As formalidades de casamento e divórcio são frequentemente preparadas ao mesmo tempo. As meninas recebem 5 mil rúpias, algo em torno de 100 dólares. [6]

Uma narrativa relativa ao turismo sexual saudita na Índia. No dia primeiro de agosto, o xeique dos Emirados Árabes Unidos Al Rahman Ismail Mirza Abdul Jabbar, de quarenta e cinco anos de idade, aproximou-se de um "corretor" (cafetão) Zainab Bi, de setenta anos de idade, perto da histórica Charminar, em Haiderabade. O corretor contratou Farheen Sultana e Hina Sultana, com idades entre treze e quinze anos, por 20 mil rúpias [aproximadamente 450 dólares]. Em seguida, ele contratou um juiz islâmic (qadi) para a celebração do casamento. Após a noite de núpcias com as meninas, o árabe partiu de madrugada. E ainda se tem a audácia de chamar isso de casamento. [6]

2006: A Assembleia de Jurisprudência Islâmica, uma organização de Meca, em 12 de abril, emitiu uma fatwa que aprova os casamentos misyar, dando ao costume uma imprimatur Wahhabi. A Assembléia considera válido "um contrato de casamento em que a mulher abandona [o seu direito de] habitação e suporte econômico ... e aceita que o homem a visite em sua casa quando quiser, de dia ou de noite." [7]

2006: O misyar torna-se popular na Arábia Saudita, com anúncios nos jornais. "Eu sou um homem saudita de 33 anos de idade, com aparência aceitável que procura se casar com uma saudita, virgem ou divorciada." [8]

2006: Suhaila Zein al-Abideen, pesquisador  da União Internacional de Acadêmicos muçulmanos em Medina, descobriu que quase 80 por cento dos casamentos misyar terminam em divórcio. [8]

Estudo feito por Aluma Dankowitz revela que [9]: 
Uma veterana agente matrimonial da Arábia Saudita disse ao diário londrino Al-Sharq Al-Awsat que, desde a publicação da fatwa permitindo casamentos misyar, ela havia recebido pelo menos de 15 a 20 solicitações por dia a partir de homens de várias idades para tais casamentos, de homens com menos de 20 anos que não se opõem a mulheres com mais de 40, até homens na casa dos 70 anos. Ela disse que os jovens que se casam com mulheres com idade entre 40 e 50 anos permanecem com elas até que terminem seus estudos. Os casamentos são mantidos em segredo para os pais do homem, e quando ele completa seus estudos universitários, ele se casa com outra mulher escolhida para ele por sua família. Ela disse que metade dos pedidos de casamentos misyar são de homens jovens na faixa dos 20 anos. ...
[...] muitos homens definem condições para a mulher, como "se o conhecimento de que o casamento se tornar público, você é divorciada", ou "se você engravidar, você é divorciada"; Muitos dos homens divorciam quando ele suspeita de que a notícia do casamento chegou às famílias; muitos estudantes de fora da cidade procuram casamento misyar; e a maioria dos casamentos misyar terminam em divórcio.
Questionado sobre este arranjo (misyar), Xeique Fahmi Jaradat, juiz no tribunal islâmico (em Ramallah, na Cisjordânia) responde [10]:
São, acima de tudo, os homens ricos de negócios que gostam de assinar um contrato misyar, diz ele: "Para os homens, mysiar é uma forma barata de fazer sexo legalmente sem ter de assumir obrigações para com a parceira e sem violar os preceitos do Islão, que proíbe o sexo fora do casamento". Ele considera o fato de que o casamento, desde o início, suposto ser apenas temporário, como uma desgraça. No entanto, mesmo com relutância, ele ainda reconhece mysiar como um casamento completo. Ele humilha a mulher, diz ele, transformando-a em escrava do homem. E, em última análise, que seja aceitável para as mulheres divorciadas ou viúvas, o  Xeique diz, mas não é, contudo, para mulheres virgens ou que tenham sido bem educadas.
Mulheres fazem a vida com o casamento temporário mysiar [11]:
uma proporção cada vez maior de mulheres passaram a usar o misyar como um negócio. Essas mulheres nunca pretendem ficar casadas com o mesmo homem por mais de alguns meses; a causa disso é o dote lucrativo que elas recebem em cada casamento. E durante os poucos meses de casamento elas tentam extrair o máximo de dinheiro possível. Se o marido se recusa a divorciar-se em qualquer ponto do casamento, então elas usam o que elas dizem ser uma maneira muito eficaz de fazê-lo obedecer: elas ameaçam informar a primeira esposa dele sobre o casamento secreto.
Em 2006, o vice-presidente da Indonésia, Jusuf Kalla, disse que não via nada de errado com os homens árabes pagando mulheres locais para se casar e, as divorciando dias depois. E ele sugeriu a prática - considerado pelos críticos como prostituição legalizada - poderia impulsionar o turismo. [12] 

Em 2008, foi reportado sobre o fenômeno dos casamentos temporários de homens árabes com meninas da Indonésia, resultando em diversas mães solteiras abandonadas. Algumas se contentam com 500 dólares para silenciar o caso. [13]

Em 2009, Khaled Al-Arrak, diretor de assuntos sauditas na embaixada saudita em Jacarta, admitiu que os misyar (casamentos temporários) entre turistas sexuais da Arábia turistas e mulheres indonésias são comuns. [14]

"Não é só no Egito, que tal problema crescente existe. Há um número significativo de mulheres e filhos abandonados por viajantes sauditas em muitos países. No Marrocos, há relatos de mais de 5.000 mulheres e como muitas crianças que tinham sido deixadas abandonadas por seus maridos turísticas sem honra ou gratificação. Na Síria, Iêmen, Índia, Indonésia e Filipinas, números semelhantes existem tornando-se uma preocupação crescente para o governo saudita, que está começando a tornar obrigatório para esses pais errantes de possuirem a responsabilidade da paternidade." [15]

Os homens consideram o misyar como uma "vida paralela" [16]:
Veja o exemplo de Abu Fadi, de 45 anos, que viajou muitas vezes para o Sudeste Asiático para recrutar empregadas domésticas. Foi durante uma dessas viagens que ele se casou com uma mulher por um prazo curto "para evitar cometer adultério." "Nós tivemos momentos memoráveis em conjunto, especialmente desde que eu pensei que meu casamento era legal segundo a Sharia. Eu, no entanto, lamento a decisão porque a minha ex-mulher (temporária) enviou um e-mail com as fotografias do casamento para a minha esposa Arábia", disse ele. "Foi uma experiência terrível."
Casamentos temporários são usados na Jihad [17]:
Relatos sobre uma fatwa pedindo meninas para viajarem para a Síria para fornecerem serviços sexuais para os rebeldes jihadistas estão causando polêmica na Tunísia, ao mesmo tempo, chamanado a atenção para o conceito islâmico - pouco conhecido no Ocidente - de "casamento temporário." 
Casamentos misyar (e mut'a) atingiram o Reino Unido. Estudiosos islâmicos entrevistados pela BBC dizem que a prática é generalizada, e as evidências sugerem que é especialmente popular entre a geração mais jovem de muçulmanos na Inglaterra e no País de Gales. "A proliferação de casamentos temporários, combinado com o aumento nos casamentos polígamos, mostra como os muçulmanos na Grã-Bretanha estão usando a lei islâmica Sharia com impunidade para estabelecer formas paralelas de "casamento" que são de outra maneira ilegal para os não-muçulmanos no país." [18]

Enquanto isso, no Brasil, já temos a propaganda, por um lado os xiítas promovendo o mut'ah, por outro lado os sunitas os condenando de boca prá fora (porém fazendo propostas descaradas para as brasileiras). 

Bibliografia

[1] Muta', Temporary Marriage in Islamic Law, Sachiko Murata, Ansariyan Publications, Qom, Irã.

[2] Al-Mizan - An Exegesis Of The Qur'an; Author: al-'Allamah as-Sayyid Muhammad Husayn at-Tabataba'i; Translator: Sayyid Saeed Akhtar Rizvi. "Mutah no Alcorão. Alcorão: Sura an-Nisa (Capítulo A Mulher), versículos 23-28", página 105.

[3] Islamic Laws, English Version of TAwdheehil-Masaae'l According to the Verdict of His Eminence Ayatul-Lah Al-U'dhma. Irã.

[4] Married for a Minute, Nadya Labi, Mother Jones, 2010.

[5] Law of Desire: Temporary Marriage in Shi'i Iran (Contemporary Issues in the Middle East), Shahla Haeri, Syracuse University Press, 2002.

[6] Arabian Sex Tourism, Daniel Pipes, 2005.


[8] Misyar opens happiness door to Saudis, Middle East Online, 2006.

[9] Pleasure Marriages in Sunni and Shi'ite Islam, A. Dankowitz, The Middle East Media Research Institute, 2006.

[10] Sex in Ramallah: Between Islam and Globalization, Pierre Heumann (translation by John Rosenthal), World Politics Review, 2007.



[13] Summer ‘tourist marriages’, Saudi Gazette, 2008.

[14] Temporary marriages with Indonesian women on rise, Saudi Gazette, 2009.

[15] Misery of marriages of convenience, Gulf News, 2010.

[16] Scholars condemn fixed-term matrimony, Arab News, 2010.

[17] ‘Sexual Jihad’ Fatwa Urges ‘Temporary Marriages’ for Syrian Rebels, CNSNews, 2013.

[18] Britain: Islamic Temporary Marriages on the Rise, Soeren Kern, Gatestone Institute, 2013.

fonte  http://infielatento.blogspot.com.br/2015/02/casamento-temporario-prostituicao.html

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