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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Por que os dados sobre estupro nos países de maioria muçulmana é tão baixo?


Em 2008, na Somália, Aisha Ibrahim Duhulow de 13 foi acusada de adultério (“zina” -no caso dela, sexo fora do casamento). Ela relatou ter sido estuprada e o próprio ato de acusar seus estupradores condenou ela– não os seus estupradores– a uma morte por apedrejamento brutal nas mãos de cinqüenta homens. Ela implorou por misericórdia, gritando até o momento de sua morte.
Tribunais islâmicos no Paquistão tem punido milhares de mulheres estupradas que ousaram acusar seus atacantes do crime com penas de prisão de longo prazo. Bangladesh tem açoitado, espancado e preso mulheres estupradas.
Famílias de vítimas de estupro no Afeganistão tem cometido assassinatos de honra por dizerem que suas filhas trouxeram vergonha para a família por terem sido estupradas. Mais recentemente, em 2014, uma vítima de dez anos de idade, que foi estuprada por um mulá de uma mesquita foi salva, temporariamente, por um grupo de uma mulher afegã que tem, até agora, conseguido persuadir sua família a não matá-la.
Todos nós já ouvimos sobre Aisha Bibi ou Muhktar Mai, que relatou as mais poderosas gangues de estupradores paquistaneses e conseguiu obter alguns condenados. Ela vive sob ameaças de morte e em abrigos permanentes com outras vítimas de estupros e suas famílias. Uma ópera muito poderosa foi escrita sobre sua bravura.
Temos testemunhado o assalto sexual em massa das  mulheres na praça Tahrir, no Cairo. A Human Rights Watch refere-se a esta praça como “Estupro Central.” O jornalista Judy Bachrach, que viveu no Cairo, documentou o extraordinário nível de assédio na ruas que as mulheres tem que enfrentar diariamente.



Vocês já ouviram falar sobre o “pogrom” perpetrado por ((trezentos homens)) contra trinta e nove mulheres pobres em 2001. O crime delas? Elas se atreveram a trabalhar como faxineiras e secretárias para uma companhia de “infiéis”. Isso aconteceu em uma província da Argélia conhecido como Hassi Messaoud. Os estupradores-assassinos tinham sido agitados para a ação por um sermão na sexta-feira contra a “mal” influência dos infieis e rasgaram para fora da mesquita atrás das mulheres.Gritando “Allahu Akhbar”, eles estupraram, torturaram, esfaquearam, mutilaram e enterram vivas e mortas estas mulheres, bem como outros “más” mulheres que possuíam salões de cabeleireiras. A polícia teve que trancar noventa e cinco mulheres para protegê-las dos homens furiosos. Centenas mais imploraram para serem presas, mas não havia mais espaço. Por incrível que pareça, alguns sobreviventes trouxeram acusações. Vinte e seis homens (fora dos trezentos) foram condenados a penas de prisão. Isso não é nada menos que um milagre.


É praticamente impossível provar estupro em terras que seguem os ditames da Shariah. Pior ainda, se uma mulher acusa um homem de estupro, ela pode acabar incriminando a si mesma. Se as testemunhas do sexo masculino necessários não forem encontrados, a carga da vítima de estupro se torna uma confissão de adultério. Isso explica o fato desagradável de que até setenta e cinco por cento das mulheres na prisão no Paquistão estão, na verdade, atrás das grades pelo crime de serem vítimas de estupro. Quando o governo de Musharraf instituiu medidas removendo o crime de estupro da esfera da lei islâmica e estabelecendo que isso seria julgado por cânones modernos com provas forenses, um grupo de clérigos islâmicos ficaram furiosos. Eles exigiram que a nova lei deveria ser revogada; eles trovejaram dizendo que a nova lei era “contra os ensinamentos do Islã”, e tinha sido passada apenas para apaziguar o Ocidente “zona livre de sexo.”.

Se uma mulher e sua família denuncia o estupro às autoridades, a vítima do estupro (e, por vezes, sua família também) são discriminalizadas. As ameaças de morte são comuns. A vítima de estupro geralmente é presa e uma vez em custódia serão rotineiramente estupradas, interrogadas e, por vezes engravidadas por policiais.

Em alguns países as mulheres são forçadas a casarem com os estupradores.



“Mulher encarcerada por ter sido estuprada em um país muçulmano” a partir de FoxNews, 29 de março:
Uma mulher australiana está processando um hotel de cinco estrelas dos Emirados Árabes Unidos, depois que ela foi drogada e estuprada por colegas de trabalho, mas acabou na prisão por oito meses por ter feito sexo fora do casamento.

Quando os homens desses países, culturas e etnias emigram para o Ocidente, estas atitudes e costumes não mudam necessariamente. Até agora, sabemos que pré-adolescentes e adolescentes  caucasianas foram seqüestradas, e obrigadas a se prostituir por gangues muçulmanas na Grã-Bretanha; as autoridades olharam para o outro lado. Por quê? Porque não querem acusar os homens muçulmanos de cometerem crimes e serem acusados de islamofobia ou racismo.
=====> Invasão de muçulmanos na Suécia leva o país a uma crise de estupros. Muçulmanos estupraram mais de 300 crianças suecas e 700 mulheres nos primeiros 7 meses de 2013 isso é apenas a ponta do iceberg pois 90 por cento dos casos não são notificados.Nos primeiros sete meses de 2013, mais de 1.000 mulheres suecas relataram ter sido estupradas por imigrantes muçulmanos na cidade capital de Estocolmo. Mais de 300 estavam sob a idade de 15. O número de estupros é de até 16% até agora este ano em relação a 2012. Uma grande proporção do aumento inclue estupros de jovens meninas.

“Este lugar é mais perigoso que Mogadishu. Você não pode dizer a verdade, todo o estupro que está ocorrendo na Suécia esta sendo mantido sob segredo e as pessoas são silenciadas.” Amun Abdullahi, jornalista, sobre o que está acontecendo na Suécia.

Se os casos não são reportados e a maioria não vão sequer para a justiça, imagina o quão grande deve ser o número de estupros nesses países, pois os estupradores SÃO PROTEGIDOS pela leia e não as vítimas.

Por que esse “islam” que sai dos países árabes e vão para os outros países levam uma onda de ódio contra as mulheres, estupros, casamentos infantis, (na Inglaterra, muitos estudiosos estão fazendo casamentos infantis por baixo dos panos)  e o menosprezo pela mulher, sempre culpando elas pelos pecados dos homens e nunca culpando os homens pelos seu próprios atos?

ISSO EXPLICA PORQUE OS DADOS SOBRE ESTUPRO PRATICAMENTE NÃO EXISTEM LÁ..
Se você morasse lá teria coragem de denunciar mesmo correndo o risco de ser presa, estuprada na cadeia, viver com a honra manchada, ter que casar com o seu estuprador, ser chicoteada ou perseguida pela própria famíla querendo te matar?Hmm mas a hipocrisia ocidental é muito grande para reconhecer que a vida delas é muito dura e nem de longe se compara com a de muitas mulheres de outros lugares.

fonte https://islamalcoranico.wordpress.com/2014/11/12/por-que-os-dados-sobre-estupro-nos-paises-de-maioria-muculmana-e-tao-baixo/

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