Tv Islamismo No Brasil NOVO















Estamos com 5Hs e 10 minutos de video na nossa tv, contanto toda a verdade....

sexta-feira, 17 de março de 2017

Com nova estratégia, muçulmanos querem casar com cristãs para espalhar “a verdadeira religião”


A crise imigratória que assola a Europa está se mostrando uma oportunidade para os muçulmanos fazerem o número de adeptos de sua religião crescer e, pouco a pouco, tornar-se majoritária em países de tradição cristã.
A nova estratégia adotada pelos líderes muçulmanos é incentivar os homens solteiros que seguem a religião a casarem-se com cristãs, para transformá-las em seguidoras de Maomé e formar uma família islâmica.
Há pouco tempo, um estudo revelou que em poucas décadas o islamismo deverá superar o cristianismo como religião mais popular do planeta, e uma das razões apontadas é justamente a média de filhos que uma família islâmica tem, superior à dos cristãos ocidentais.
De acordo com a agência Reuters, um grupo muçulmano anônimo passou a espalhar centenas de cartazes em um bairro da cidade de Barcelona, na Espanha, estimulando aos homens muçulmanos a busca por mulheres cristãs e judias, para ensiná-las que “o Islã é a verdadeira religião”.
“É admissível e encorajamos que um homem muçulmano se case com mulheres honestas e castas, que pertencem ao Povo do Livro [judeus e cristãos]. Mesmo que tenham distorcido e alterado a tradição, elas ainda são adequadas para o casamento”, dizia trecho do cartaz.
Segundo o jornal local La Gaceta, o foco da nova estratégia muçulmana é um bairro chamado El Raval, na área de Barcelona conhecida como Ciutat Vella (cidade velha), em que vivem imigrantes da América do Sul, Romênia, Filipinas e Paquistão. O bairro é conhecido por seus bares, áreas de prostituição e também altas taxas de criminalidade.
“Irmão, se envolva em uma parceria com uma espanhola, ensine-lhe que o Islã é a verdadeira religião […] A lei islâmica determina que os frutos desta aliança seguirão o Islã, o que fortalecerá ainda mais a nossa comunidade”, diz a propaganda, explicitando a estratégia de difusão e crescimento do islamismo na Europa.
Os cartazes traziam ainda mensagens de ofensa aos cristãos e um convocação para uma reunião na noite da última terça-feira, 14 de março, em um restaurante árabe, quando iriam informar quais passos a comunidade muçulmana deverá tomar daqui em diante.

Guerra à vista

Grupos extremistas muçulmanos já anunciaram, em outras oportunidades, o interesse em retomar a Península Ibérica, que compreende áreas dos territórios de Espanha e Portugal, e que no passado, abrigavam muçulmanos.
Dentre os muçulmanos que vivem na Espanha, e principalmente entre os imigrantes que desembarcaram no país nos últimos anos, existe a crença de que os adeptos dessa religião têm “direito a retornar” ao país por causa da presença no passado.
Informações históricas garantem que ao longo de séculos, no período entre 711 e 1492, a Espanha tinha parte de seu território conhecido como Al-Andalus, uma mistura multicultural de muçulmanos, cristãos e judeus, que conviviam em comum acordo, apesar de haverem limitações e conflitos.
Hoje a Espanha tem 4% de sua população formada por seguidores do islamismo, sendo que mais da metade é imigrante. Há aproximadamente um ano, uma pesquisa da Anistia Internacional descobriu que 97% dos espanhóis estavam dispostos a “acolher imigrantes que fogem da guerra ou perseguição” no país.

foibnte https://noticias.gospelmais.com.br/estrategia-muculmanos-casar-cristas-converte-89221.html

Brasil tem muçulmanos ligados ao Estado Islâmico, diz xeque

O Brasil tem muçulmanos que apoiam o Estado Islâmico e, pior ainda, o número desses fanáticos está aumentando.

A informação é do xeque xiita brasileiro Rodrigo Jalloul foto).

Ele está preocupado com a expansão no Brasil de ramificações do islamismo constituídas por pessoas com pensamentos extremistas.

“Por mais que muitos xeques neguem, existem extremistas entre nós”, disse Jalloul à Veja.

“Basta ir ao centro de São Paulo e ver brasileiros recém-convertidos com roupas árabes e mulheres de burca. Ora, essas vestes são culturais, não religiosas. Não fazem sentido no contexto brasileiro.”

O xeque afirmou que os brasileiros que “tem mais sede de conversão” são os que inspiram mais preocupação.

“Eles querem se converter e não discutem nem questionam nada.”

Jalloul falou que esses brasileiros pregam o extermínio de cristãos e judeus.

Ele elogiou as autoridades brasileiras que prenderam em 2016 radicais islâmicos.

“A ação da Polícia Federal e do juiz que manteve esses radicais presos salvou a paz da religião e de seus seguidores no Brasil.”

Com informação de Veja e foto de divulgação.

fonte http://www.paulopes.com.br/2017/03/brasil-tem-muculmanos-ligados-ao-estado-islamico-diz-xeque.html

Como uma ilha caribenha virou o país com maior concentração de membros do EI

Em julho de 2016, a Dabiq, uma revista de propaganda do grupo extremista autodenominado Estado Islâmico (EI) publicou uma longa entrevista com Abu Saad at-Trinidadi.
A publicação apresenta o jovem lutador como "um ex-cristão que se converteu ao Islã e agora é um dos muitos combatentes de Trinidad e Tobago sob a bandeira do Estado Islâmico".
A revista parece não exagerar. Enquanto os relatórios indicam que o número de estrangeiros que migram para se juntar a grupos como Estado Islâmico e Al-Qaeda caiu significativamente no ano passado, a pequena ilha do Caribe não parou de exportar militantes para os extremistas.
Na verdade, Trinidad e Tobago é hoje o maior exportador per capita de combatentes para grupos extremistas do Hemisfério Ocidental. Essa realidade preocupa o governo do país e chama a atenção do presidente americano, Donald Trump.
As razões, dizem os especialistas, são os altos níveis de violência e criminalidade em Trinidad e Tobago, as condições socioeconômicas precárias em setores importantes e a crescente parte da população que abraça a religião muçulmana.

A longa viagem

À revista, Abu Saad at-Trinidadi relata que, depois de se reunir com outros trinitários muçulmanos, eles fizeram contatos e levantaram dinheiro para uma viagem de mais de 9,5 mil quilômetros.
Ele fez uma escala na Venezuela para encontrar sua mulher, e, juntos, partiram para o Oriente Médio em datas não reveladas.
"Sou hoje um dos muitos atiradores de elite do Califado. Regularmente participo com minha equipe de muitas batalhas ferozes contra vários inimigos do Estado Islâmico", disse ele na revista de propaganda.
Relatórios de organizações independentes e governos dizem que, a exemplo de Abu Saad at-Trinidadi e sua esposa, entre 125 e 400 pessoas nascidas em Trinidad e Tobago optaram por se juntar ao Estado Islâmico.
De acordo com o "Índice de Terrorismo Global", publicado pelo Instituto para a Economia e a Paz, apenas os Estados Unidos teriam exportado mais combatentes que Trinidad e Tobago entre os países ocidentais em 2016.
Cerca de 250 americanos se juntaram às fileiras jihadistas. Mas os EUA têm uma população de mais de 320 milhões de pessoas, enquanto a ilha caribenha tem apenas 1,3 milhão, o que a coloca à frente em em proporção per capita.

Por que Trinidad e Tobago?

Segundo Abu Saad at-Trinidadi, 60% dos combatentes do Estado Islâmico de Trinidad e Tobago vêm de famílias muçulmanas, enquanto o restante se converteu do Cristianismo. O Islã é seguido por de 5% a 8% da população da ilha.
John McCoy, professor de ciências políticas na Universidade de Alberta, no Canadá, defende a tese de que o Islã radical em Trinidad e Tobago tem "formas endógenas" que foram alteradas e exploradas por grupos como Al-Qaeda ou Estado Islâmico.
Autor da pesquisa "Extremismo violento cultivado em Trinidad e Tobago: padrões locais, tendências globais", ele acrescenta que "a criminalidade, a violência política, o legado histórico de radicalismo na ilha e a alta taxa de convertidos religiosos" são fatores que influenciam o surgimento de novos jihadistas no país.
Quando McCoy fala de "legado histórico de radicalismo", ele refere-se a episódios como a tentativa de tomar o poder protagonizada por um grupo de muçulmanos em 1990.
Na época, a organização islâmica de 250 pessoas fez uma trincheira no Parlamento de Trinidad, sequestrando ministros, mas a tentativa falhou.
Quando o Estado Islâmico autoproclamou seu califado em 2014, o radicalismo religioso já não era uma novidade em Trinidad e Tobago.
O país declarou sua independência do Reino Unido apenas em 1962 e tornou-se uma república em 1976. Sua população é composta principalmente de descendentes de africanos, indianos, chineses, sírios e libaneses.

Preocupação dos EUA

O Departamento de Estado dos EUA disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que Washington "vê este fenômeno com grande preocupação".
"Enquanto o fluxo de terroristas estrangeiros no Iraque e na Síria diminuiu significativamente ao longo do último ano, nós sabemos que vários cidadãos de Trinidad e Tobago têm viajado para o Oriente Médio para se juntar ao EI desde o início do conflito", afirmou um representante do órgão americano.
O Departamento de Estado disse que os Estados Unidos "apoiam o governo de Trinidad e Tobago em seus esforços para manter seu povo longe do extremismo violento e prevenir a saída futura de combatentes terroristas estrangeiros".
A Casa Branca informou que o presidente Trump teve um contato com o primeiro-ministro de Trinidad, Keith Rowley, em 19 de fevereiro para conversar sobre a "luta contra o terrorismo e o crime organizado internacional".

Os esforços na ilha

"Eu louvo Alá por me dar a oportunidade. Este é realmente um imenso favor dele. Quando fizemos a hijrah (migração ou viagem) pela primeira vez, nós nunca imaginamos que iríamos testemunhar o sonho do Califado se tornar uma realidade. (...) Nunca poderia agradecer a Alá o suficiente por me permitir estar entre os primeiros do nosso povo e tornar esse sonho uma realidade", disse Abu Saad at-Trinidadi à revista.
A entrevista do trinitário não é a única propaganda para recrutar pessoas da ilha. O governo do país está ciente de que o Estado Islâmico vem divulgando outros vídeos de jihadistas "com sotaque caribenho" para atrair mais recrutas do país. E não são apenas soldados.
A autoridades também estão preocupadas com os recursos que deixam a ilha para apoiar as atividades do EI.
Há sempre uma preocupação com o dinheiro que sai de Trinidad e Tobago que poderia estar envolvido com atividades terroristas. Há uma minoria na comunidade muçulmana que está empenhada para cometer esses crimes", disse o ministro da Segurança Nacional, Edmund Dillon, na semana passada.
Já o procurador-geral da ilha afirmou que as viagens a países como a Síria ou o Iraque são controladas, e autorizações especiais são necessárias para conter o êxodo dos futuros combatentes do Estado Islâmico.
Os muçulmanos de Trinidad expressaram raiva em relação a esse posicionamento, porque eles acreditam que as medidas alimentam o estereótipo sobre eles.
Depois de tentativas por parte do governo da ilha de limitar viagens para o Oriente Médio, Imtiaz Mohammed, líder do grupo de missionários islâmicos, ficou conhecido após dizer que a comunidade muçulmana não concorda com as restrições e disse que a maioria dos trinitários viaja para a região por caridade ou religião, e não para se juntar a qualquer grupo extremista.
Ao contrário dos Estados Unidos, a ilha de Trinidad ainda não tem punição por lei a quem participa de organizações extremistas como o Estado Islâmico ou a Al-Qaeda.
Mas a notícia constante de novos viajantes que partem do país para o Oriente Médio levou o Parlamento em pensar em implementar algo assim.
Um dos últimos casos que vieram à tona foi o de oito trinitários que foram presos na Turquia no meio de sua hijrah ao acampamento do Estado Islâmico na Síria. A captura ocorreu três dias antes da publicação da entrevista com Abu Saad at-Trinidadi.

fonte http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39225692

Justiça europeia permite que empresas proíbam véu islâmico no trabalho

Tribunal de Luxemburgo considera que medida não constitui discriminação direta à funcionária


A justiça europeia respaldou a proibição do uso do véu islâmico durante o horário de expediente. Para o Tribunal de Justiça da UE, impedir a trabalhadora de usá-lo “não constitui uma discriminação direta por motivos de religião ou convicções”. Segundo a sentença, como existia um regulamento interno da empresa proibindo os trabalhadores de usar qualquer tipo de símbolo, não houve discriminação na demissão da recepcionista Samira Achbita, que perdeu o emprego na Bélgicadepois de expressar a intenção de usar o véu durante a jornada de trabalho: [o regulamento] “dá tratamento igual todos os trabalhadores da empresa, impondo-lhes em particular, de forma geral e indiferenciada, uma neutralidade indumentária”, afirma a decisão anunciada nesta terça-feira.
É a primeira vez que a justiça da UE aborda um litígio sobre o uso do véu por mulheres muçulmanas em uma decisão que pode criar jurisprudência em favor do veto ao uso do véu islâmico em locais de trabalho na Europa, onde cerca de 6% da população é muçulmana. A justiça europeia, no entanto, deixa a última palavra aos juízes nacionais, que deverão avaliar a proporcionalidade de proibir a indumentária em cada caso. A sentença abre o caminho para que a proibição do véu seja legal em algumas ocasiões e ilegal em outras. Os juízes poderão levar em conta questões como a vigência de um regulamento interno, o tipo de atividade do funcionário – se trabalha no atendimento ao público – ou o tamanho do símbolo religioso.
O caso de Samira Achbita remonta a abril de 2006, quando ela manifestou pela primeira vez a intenção de usar véu no emprego em que trabalhava havia três anos. Em resposta, a direção da G4S Secure Solutions informou que o uso da indumentária não seria permitido por ferir a imagem de neutralidade política e religiosa que a empresa pretendia transmitir aos clientes. Apesar da advertência, Achbita insistiu e avisou o empregador de que usaria o véu quando voltasse da licença médica em maio. Segundo o relato registrado pelo TJUE, duas semanas depois, a companhia alterou o regulamento interno para incluir a proibição aos trabalhadores de usar signos visíveis de convicções políticas, filosóficas ou religiosas. A nova norma, no entanto, não fez Achbita mudar a indumentária, o que levou a sua demissão em meados de junho.
A trabalhadora entrou com uma ação indenizatória contra a empresa na justiça belga. Sua denúncia foi rejeitada nas duas primeiras instâncias. Mas o tribunal de cassação belga, que revisou o caso, decidiu encaminhá-lo à Corte de Luxemburgo. A empresa alegou que impedir Achbita de usar a peça durante o horário de trabalho não tinha nada a ver com sua condição de muçulmana, dado que as normas internas proibiam, de maneira geral, a exibição de qualquer símbolo político, filosófico ou religioso no local de trabalho.
A existência dessa norma interna foi decisiva para os juízes avaliarem que não houve discriminação por parte do empregador, mas o TJUE insiste que tribunal belga verifique se a insistência da empresa na imagem de neutralidade não responde exclusivamente a uma tentativa de evitar o uso do véu. “Caberá ao juiz nacional comprovar se a G4S havia estabelecido, antes da demissão de Achbita, um regime geral e indiferenciado na matéria”, diz a sentença. A máxima instância judicial da União Europeia só considera o regulamento de uma empresa discriminatório se ocasionar “desvantagem particular a pessoas que professam uma religião ou possuem determinadas convicções”. Mesmo nesse caso, a decisão ressalta que “essa discriminação indireta pode justificar-se objetivamente com uma finalidade legítima, como a adoção, pelo empresário, de um regime de neutralidade política, filosófica e religiosa nas relações com seus clientes”.
Há nove meses, a advogada-geral da UE, Julianne Kokott, respaldou a posição da empresa e afirmou, em seu parecer, que a proibição podia ser justificada porque o véu fere a neutralidade religiosa. O Tribunal de Luxemburgo costuma seguir o critério do magistrado europeu na maioria dos casos, como aconteceu nesta ocasião.
As organizações sociais receberam a decisão como um balde de água fria. “Dá maior liberdade de ação aos empregadores para discriminar por crenças religiosas em um momento em que a identidade e a aparência se tornaram um campo de batalha político”, lamentou a Anistia Internacional, que encoraja os Estados a proteger os direitos de seus cidadãos. “É uma decisão preocupante tomada unicamente com base na forma como escolhem se vestir em sua religião”, criticou a Rede Europeia contra o Racismo (ENAR).
Não foi a única sentença emitida sobre a questão nas últimas semanas. Há um mês um tribunal de Palma de Mallorca se pronunciou sobre o mesmo tema. O tribunal local autorizou o uso do véu islâmico no trabalho dando razão a uma funcionária que processou a empresa Acciona por proibi-la de usar o símbolo enquanto trabalhava no atendimento aos passageiros no aeroporto de Palma. A empresa foi condenada a ressarcir os 4.491,42 euros do salário que a funcionária deixou de perceber quando foi suspensa do emprego após negar-se a trabalhar sem o véu e pagar uma indenização de 7.892 euros pelos danos e prejuízos causados.
O crescimento da população muçulmana na Europa gerou um debate sobre a exibição de símbolos islâmicos que ultrapassa o âmbito judicial. Há um mês e meio, a Áustria proibiu a utilização do véu entre funcionários para garantir a neutralidade religiosa, e países como Bélgica, França, Holanda e Bulgária já tinham promulgado anos antes leis similares para limitar o uso em espaços públicos. A polêmica alcançou também os lugares de lazer. No verão passado, vários prefeitos franceses declararam ilegal o uso do burkini, o traje de banho islâmico, por considerá-lo contrário à laicidade, um dos princípios fundamentais da República francesa.

fonbte http://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/14/internacional/1489478861_793428.html

quinta-feira, 16 de março de 2017

Busca por certificado de abate Halal cresce 12% no Brasil


Em 2016, o número de certificações de abate Halal cresce 12% no Brasil em comparação ao ano anterior. Segundo a FAMBRAS Halal, empresa que emite os certificados, a maior procura por essas certificações é devido ao interesse das indústrias alimentícias em exportar seus produtos para o mercado islâmico, pois para atender essa demanda, as mercadorias precisam ter o selo Halal. 
De acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, o mercado consumidor muçulmano conta com 1,8 bilhão de pessoas. Com base nas informações divulgadas pela Apex-Brasil, as exportações para os Emirados Árabes Unidos, em 2016, por exemplo, totalizaram US$ 2,23 bilhões e as importações US$ 366 milhões. Apenas de alimentos e bebidas, o total exportado neste período foi de US$ 3,93 bilhões, com destaque para carne de frango, açúcar e carne bovina.
O Brasil é o maior exportador de carne bovina e de frango para o mundo islâmico. A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) anunciou que os países árabes, de maioria muçulmana, já adquirem 24% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil, ocasionando um faturamento de US$ 1,4 bilhão em 2015. O Egito é um dos principais mercados da região, entre janeiro e setembro, o país já importou US$ 506,6 milhões.
Para o gestor de Desenvolvimento do Halal Industrial, Dib Ahmad El Tarrass, os setores farmacêutico e de cosmético também estão se interessando mais em obter essas certificações. Além disso, o gestor acredita que os produtos que são certificados não devem ser vistos apenas para atender às demandas islâmicas, mas também às brasileiras.

fonyte  http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Criacao/Boi/noticia/2017/03/busca-por-certificado-de-abate-halal-cresce-12-no-brasil.html

quarta-feira, 15 de março de 2017

Líder muçulmano: 'Não há espaço para radicalização islâmica no Brasil'


O vice-presidente da Fambras – Federação das Associações Muçulmanas no Brasil, Ali Houssein El-Zoghbi, comenta a entrevista de outro líder islamita, o Sheik Rodrigo Jalloul, sobre os riscos de radicalização religiosa no Brasil.

Líder de um Centro Islâmico e de uma mesquita em São Paulo, o Sheik Rodrigo Jalloul, brasileiro de 31 anos cuja família tem origem no Líbano, concedeu entrevista à Revista Veja em que garante não haver islamofobia no Brasil, embora não descarte riscos de radicalização.
Sobre as considerações do Sheik Jalloul, que se encontra no Líbano e só retorna a São Paulo na próxima semana, Sputnik Brasil ouviu um líder muçulmano, o jornalista, economista e pedagogo Ali Houssein El-Zoghbi, vice-presidente da Fambras – Federação das Associações Muçulmanas no Brasil.
O Professor El-Zoghbi considera positiva a entrevista de Rodrigo Jalloul, e em alguns aspectos, nos quais ele prega a convivência pacífica entre todas as religiões, identificou vários conceitos que há tempos El-Zoghbi vem defendendo, como a coexistência harmoniosa entre os seguidores de todas as religiões e a total impossibilidade de acontecer algum surto de extremismo no país, afirmando que "no Brasil não há espaço para radicalização islâmica". No entanto, o vice-presidente da Fambras fez algumas restrições aos comentários de Rodrigo Jalloul:
"Não podemos deixar de considerar alguns pontos que podem levar a uma visão de rivalidade sectária que não interessa a ninguém. Isso ficou muito evidente em algumas falas do Sheik Rodrigo Jalloul. A primeira delas é quando ele fala de algumas situações pontuais, de pessoas que demonizam a diferença de vertentes entre sunitas e xiitas. Acho que é importante esclarecer que as diferenças são bastante pequenas entre estas duas vertentes. Eu costumo nem utilizar estes termos. Se a pessoa é de uma vertente ou outra, a diferença é tão pequena que eu prefiro não usar estes termos para não criar um abismo naquilo que a gente tem visto, que é o de a religião estar sendo utilizada para objetivos ideológicos."
El-Zoghbi se referiu ao fato de Rodrigo Jalloul, em sua entrevista, ter se definido como xiita, mas dizendo receber em sua mesquita muçulmanos que se declaram sunitas.
"Enfim, eu acho que ele [Rodrigo Jalloul], como sheik, não pode aprofundar este abismo [entre xiitas e sunitas]."
"Uma outra questão que me pareceu bastante importante é sobre a islamofobia", conclui Ali Houssein El-Zoghbi.
"Nós temos casos pontuais, é mesmo da natureza da população brasileira que estes casos sejam considerados pontuais. Nós temos acentuado que isto deveria ser coibido com o máximo rigor para que se tenha no Brasil um exemplo para o mundo, de convivência pacífica e de pleno respeito pelas diferenças."

fonte https://br.sputniknews.com/brasil/201703147890414-lider-muculmano-radicalizacao-islamica-brasil/

terça-feira, 14 de março de 2017

#URGENTE: Extremistas islâmicos já pregam o fim de cristãos e judeus no Brasil

A perseguição religiosa sofrida por cristãos em todo o mundo, devido ao extremismo islâmico – que já está sendo reconhecida como genocídio no Oriente Médio – tem chocado o mundo. Apesar de ainda parece uma realidade distante para muitos brasileiros, este contexto de intolerância promovido pelos radicais muçulmanos já está chegando ao Brasil, segundo alertou Rodrigo Jalloul o principal xeique xiita do país.
Em entrevista à revista Veja, Jalloul falou que “é preciso tomar cuidado com a radicalização” do islamismo e alertou que muitos brasileiros estão estão “abraçando a fé [islâmica] cegamente”.
A religião islâmica é de origem árabe. No Oriente Médio, as pessoas lidam com a religião com naturalidade. Alguns brasileiros, porém, estão abraçando a fé cegamente. Há muitos fanáticos pregando para gente intelectual e emocionalmente vulnerável por aí. Não necessariamente incitando ao terrorismo, mas ensinando uma forma equivocada de lidar com a religião”, destacou.
Jalloul alertou que tal fanatismo prega – entre outras ideias – o extermínio de cristãos e judeus.
“Esses fanáticos pregam que cristãos e judeus não podem existir. Pregam até o afastamento da família, apesar de o profeta Maomé dizer que o respeito aos pais deve ser mantido até o fim da vida. Aqueles que têm mais sede de conversão são os piores. Eles querem se converter e não discutem nem questionam nada”, explicou.
Islamismo
Apesar das declarações de Jalloul serem uma tentativa de seguir a linha da “mensagem de paz” do islamismo, o ex-muçulmano e escritor, Nabeel Qureshi afirmou que o extremismo islâmico é, na verdade, uma consequência da interpretação fiel do Alcorão.
“Quando eu vi [os ataques de] 11 de setembro acontecendo e aqueles prédios sendo derrubados, minha resposta foi: ‘Como isso pôde acontecer em nome da minha fé?”, relatou Nabeel, que nasceu na Califórnia, mas foi criado por pais muçulmanos.
“Quando comecei a investigar, realmente acreditava que o contexto eram todos de batalhas defensivas no Corão. Mas quanto mais eu investigava, mais eu percebia que simplesmente não era o caso. O capítulo 9 do Corão é o mais violento. Fala sobre o arrependimento. É o mesmo capítulo que diz: ‘Combatei os judeus e cristãos, até que eles paguem, humilhados, o tributo (9:29)”, acrescentou o escritor que acabou se convertendo ao cristianismo. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES D’O ANTAGONISTA
Confira o trecho de uma das palestras do escritor cristão, Nabeel Qureshi:

Fopnte http://www.jmnoticia.com.br/2017/03/13/urgente-extremistas-islamicos-ja-pregam-o-fim-de-cristaos-e-judeus-no-brasil/

segunda-feira, 13 de março de 2017

Brasil tem muçulmanos ligados ao Estado Islâmico, diz xeque

Jalloul disse que há brasileiros que
pregam extermínio de cristãos e judeus
O Brasil tem muçulmanos que apoiam o Estado Islâmico e, pior ainda, o número desses fanáticos está aumentando.

A informação é do xeque xiita brasileiro Rodrigo Jalloul foto).

Ele está preocupado com a expansão no Brasil de ramificações do islamismo constituídas por pessoas com pensamentos extremistas.

“Por mais que muitos xeques neguem, existem extremistas entre nós”, disse Jalloul à Veja.

“Basta ir ao centro de São Paulo e ver brasileiros recém-convertidos com roupas árabes e mulheres de burca. Ora, essas vestes são culturais, não religiosas. Não fazem sentido no contexto brasileiro.”

O xeque afirmou que os brasileiros que “tem mais sede de conversão” são os que inspiram mais preocupação.

“Eles querem se converter e não discutem nem questionam nada.”

Jalloul falou que esses brasileiros pregam o extermínio de cristãos e judeus.

Ele elogiou as autoridades brasileiras que prenderam em 2016 radicais islâmicos.

“A ação da Polícia Federal e do juiz que manteve esses radicais presos salvou a paz da religião e de seus seguidores no Brasil.”

Com informação de Veja e foto de divulgação.

fonte http://www.paulopes.com.br/2017/03/brasil-tem-muculmanos-ligados-ao-estado-islamico-diz-xeque.html

domingo, 12 de março de 2017

Extremistas que apoiam o Estado Islâmico estão no Brasil

À Veja, o xeque xiita Rodrigo Jalloul afirmou que há extremistas muçulmanos ligados ao Estado Islâmico no Brasil. Leia:
Esse fenômeno [da radicalização] explica o surgimento do grupo de brasileiros que foi preso pela Polícia Federal no ano passado, acusado de planejar um atentado na Olimpíada?
Fiquei chocado com a notícia, mas não duvidei dela, pois de fato existem ramificações religiosas no Brasil que apoiam o Estado Islâmico. Não posso afirmar que sejam ramificações terroristas, mas são integradas por pessoas com pensamentos extremistas. Por mais que muitos xeques neguem, existem extremistas entre nós. Basta ir ao centro de São Paulo e ver brasileiros recém-convertidos com roupas árabes e mulheres de burca. Ora, essas vestes são culturais, não religiosas. Não fazem sentido no contexto brasileiro. O que Maomé prescreve é o recato ao vestir e o uso do véu para as mulheres. Elas podem usar saias longas ou calças e podem mostrar os pés e as mãos. O que deve ficar coberto são os cabelos. Quanto à possibilidade de um atentado terrorista no Brasil, seria uma tragédia para todos, principalmente para nós, muçulmanos. A ação da Polícia Federal e do juiz que manteve esses radicais presos salvou a paz da religião e de seus seguidores no Brasil.

fonte http://www.oantagonista.com/posts/extremistas-que-apoiam-o-estado-islamico-estao-no-brasil

terça-feira, 7 de março de 2017

“Fujam ou morram”, decretou o Estado Islâmico contra cristãos no Egito


Filial do Estado Islâmico no Egito manda aviso aos cristãos para que eles "fujam ou morram". 40 cristãos já foram assassinados em apenas três meses, mas autoridades não estão tomando as devidas providências contra a perseguição religiosa no local, denuncia Bispo
A perseguição religiosa do Estado Islâmico no Egito contra os cristãos coptas tem se intensificado. Ao menos 40 cristãos já foram mortos nós últimos três meses por radicais islâmicos, ao se recusarem a negar Jesus Cristo como Senhor. Segundo informações do The Christian Post, os que ainda permanecem no local receberam aviso para “fugir ou morrer”.
O bispo geral da Igreja Ortodoxa Copta, no Reino Unido, Anba Angaelos, emitiu um comunicado alertando sobre a escalada de violência contra os cristãos na região do Egito nas últimas semanas, após uma onda de assassinatos de cristãos atribuídos a uma filial do Estado Islâmico, localizada na Península do Sinai .
“Eu tenho elaborado e reformulado esta afirmação inúmeras vezes ao longo das últimas semanas, querendo dizer alguma coisa sobre os ataques mortais contra cristãos coptas no Egito em uma frequência diária. No entanto, cada vez que eu alerto, parece haver muito mais ataques terríveis que precisam ser tratados. Apenas nos últimos três meses 40 cristãos coptas foram assassinados em ataques direcionados no Egito.”, disse Angaelos.
Apesar da onda de violência contra os cristãos em todo mundo, resultando em mais de 900 mil mortes nos últimos dez anos, conforme levantamento do Instituto de pesquisa do Seminário Teológico Gordon-Conwell, no ano passado, as autoridades mundiais parecem não dar a devida atenção ao verdadeiro genocídio de cristãos patrocinado, principalmente, pelo islamismo radical, o que é motivo de frustração para o bispo Angaelos.
“Desde o atentado [em 11 de dezembro ] terrorista contra a Igreja Copta de São Pedro, no Cairo, que matou 29 mulheres e crianças principalmente, aos assassinatos de indivíduos em todo o país, desde então, o único denominador comum é que essas crianças inocentes, mulheres e os homens tiveram suas vidas brutal e tragicamente ceifadas por nenhuma outra razão, exceto pelo fato deles serem cristãos”, disse o bispo.
Os cristão são assassinados em situações cotidianas, como no caso de um professor que foi baleado na cabeça a caminho de casa por dois militantes em uma moto. Para a filial terrorista islâmica da Península do Sinai, os cristãos são a sua “presa favorita”, relata a matéria.
“Estes ataques terríveis passaram despercebidos pela comunidade internacional, mas os coptas continuam a sofrer violações trágicas diariamente. Eventos semelhantes ocorreram tragicamente com demasiada frequência nos últimos anos, e infelizmente não tem havido muito esforço do governo muita para evitar que eles voltem a ocorrer”, acrescentou Angaelos.

fonte https://noticias.gospelmais.com.br/fujam-ou-morram-decretou-o-estado-islamico-contra-cristaos-no-egito-88927.html

Genocídio de cristãos pelo Estado Islâmico é ignorado pela ONU, alerta entidade

Justiça americana envia carta a embaixadora na ONU ordenando que peça o reconhecimento do genocídio de cristãos pelo Estado Islâmico, cobrando ações imediatas para a eliminação da perseguição religiosa promovida pelo terrorismo islâmico
O Estado Islâmico tem patrocinado a pior onda de atendados terroristas e perseguição religiosa dos últimos anos, resultando na morte de milhares de cristãos em diversos países do mundo, o que já é considerado pelo Instituto de pesquisa do Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts, Estados Unidos, um verdadeiro genocídio. Mesmo assim, a ONU tem ignorado descaradamente essa realidade, segundo alerta uma carta do Centro Americano de Direito e Justiça – ACLJ.
Trata-se de um documento enviado para a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, que pede para que a Organização das Nações unidas reconheça o genocídio contra cristãos, assim como de outras minorias religiosas, e tome providências contra o Estado Islâmico:
Este momento de clareza moral e liderança não poderia ser mais importante. Nossa campanha levou à Assembléia Européia, ao Departamento de Estado dos Estados Unidos e a outras entidades que reconheceram o genocídio.”, diz um trecho da publicação no site oficial da ACLJ, seguido da carta direcionada a Nikki Haley.
“Desde 17 de março de 2016, a posição oficial dos Estados Unidos tem sido que o ISIS está cometendo genocídio contra cristãos e outras minorias religiosas, e nós instamos você a promover essa política oficial dos Estados Unidos nas Nações Unidas.”, diz a carta.
Este momento de clareza moral e liderança não poderia ser mais importante. Nossa campanha levou à Assembléia Européia, ao Departamento de Estado dos Estados Unidos e a outras entidades que reconheceram o genocídio.”, diz um trecho da publicação no site oficial da ACLJ, seguido da carta direcionada a Nikki Haley.
“Desde 17 de março de 2016, a posição oficial dos Estados Unidos tem sido que o ISIS está cometendo genocídio contra cristãos e outras minorias religiosas, e nós instamos você a promover essa política oficial dos Estados Unidos nas Nações Unidas.”, diz a carta.
fonte https://noticias.gospelmais.com.br/alerta-genocidio-de-cristaos-pelo-estado-islamico-e-ignorado-pela-onu-88964.html

quinta-feira, 2 de março de 2017

Na ONU, ministra diz que Brasil vai acatar projeto de refugiados islâmicos

Em sintonia com a política multicultural da ONU, a nova Ministra dos Direitos Humanos fez um discurso acatando projeto de refugiados islâmicos no Brasil, despertando a preocupação quanto aos riscos com o radicalismo muçulmano em território nacional
Em uma crise econômica sem precedentes, onde mais de 12 milhões de desempregados, crise na segurança, saúde, infraestrutura e escândalos de corrupção compõem um cenário preocupante e vergonhoso do país no exterior, o Brasil ainda assim resolve “politizar” sua relação diplomática acatando o projeto da ONU para refugiados islâmicos em um discurso da nova Ministra dos Direitos Humanos.
É o que ficou sugerido no primeiro discurso de Luislinda Valois (PSDB), desembargadora aposentada que tomou posse na sexta-feira (3) como nova Ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, ao concordar com as decisões da ONU em relação a política migratória das nações:
“A mensagem que trago é essa: o Brasil está de volta, de forma plena e absoluta. Depois de um difícil processo político, o Brasil se levanta para mostrar ao mundo a robustez de nossas instituições. Nosso apego a lei, a justiça, e acima de tudo; o caráter aberto e democrático de nossa sociedade e de nosso sistema político”, disse ela na 34ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na última sexta feira.
A ministra chamou a refletir sobre uma “globalização inclusiva”, visando uma visão futura sobre os “marginalizados” e “excluídos”, em sintonia com a orientação da ONU sobre a crise dos refugiados: “as vozes da exclusão e da intolerância se equivocam. O que nossos povos almejam é uma globalização inclusiva, com resultados concretos, positivos e para todos. Sem nenhuma exclusão sequer”, disse ela.
Sob a perspectiva de solidariedade e “direitos humanos”, o Presidente Michel Temer visa facilitar a aceitação de estrangeiros no Brasil, por exemplo, como os refugiados islâmicos, alterando as leis que regem o controle de imigrantes do país, para facilitar aquisição do visto humanitário:
“O Brasil, nos últimos anos, recebeu mais de 95 mil refugiados, de 79 diferentes nacionalidades. Temos plena consciência de que o acolhimento de refugiados é uma responsabilidade compartilhada. Estamos engajados em iniciativas de reassentamento de refugiados de nossa região, com especial atenção para mulheres e crianças. Em nosso país, mesmo antes do reconhecimento de sua condição migratória, os refugiados têm acesso universal a emprego e a serviços públicos de educação e saúde.”, disse Temer, segundo informações do Planalto.
A crise dos refugiados teve um grande salto devido a perseguição religiosa patrocinada pelo Estado Islâmico, que tenta impor nas regiões ocupadas o regime da “sharia” baseado na doutrina muçulmana radical. O grande receito de países como os Estados Unidos em facilitar a entradas dos imigrantes é a infiltração de terroristas junto com os refugiados, aumentando o risco de atentados e o radicalismo religioso local

fontye https://noticias.gospelmais.com.br/na-onu-ministra-diz-que-brasil-vai-acatar-projeto-de-refugiados-islamicos.html

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Estado Islâmico diz usar drones para ataques no Iraque

O grupo autodenominado "Estado Islâmico" divulgou um vídeo em que parece usar drones comerciais para bombardear Mossul, no Iraque.
A batalha pela retomada do controle da cidade, antigo bastião do "EI", já dura seis meses. Especialistas ainda não sabem se o vídeo é verídico.
A BBC visitou um hospital onde dezenas de vítimas de ataques de drones já foram tratadas.
Mãe de sete filhos, Umm Mohammed, de 55 anos, estava sentada em uma das macas, sem conseguir dormir por causa da dor em sua perna direita. Ela foi atingida pela explosão mais recente.
"Eu estava deitada no chão, e as pessoas estavam apontando para o céu, de onde a bomba caiu", disse.
"Onde está a segurança quando essas máquinas começam a voar sobre as pessoas e nos matar?"
O uso de drones não deve mudar os rumos do conflito, já que eles carregam uma quantidade pequena de explosivos, e há armas mais letais e sofisticadas sendo utilizadas nas linhas de frente.
Mas, seu impacto psicológico não pode ser deixado de lado, segundo Emanuele Nannini, da agência italiana Emergency, que ajuda na coordenação do hospital em Mossul.
"Fisicamente, os ataques são muito semelhantes aos de morteiros, mas são muito precisos."
"Então cada um desses drones está realmente atingindo o alvo escolhido. Psicologicamente, isso pode ser muito ruim para a população, porque eles podem atacar em qualquer momento e em qualquer lugar", afirma.

fonte http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39109665

Cristão é queimado vivo pelo Estado Islâmico no Egito

Um cristão egípcio foi queimado vivo pelo Estado Islâmico (EI, ex-Isis) e seu pai foi assassinado a tiros em Alarixe, na região nordeste da península do Sinai. Segundo fontes de segurança do Egito, as duas mortes aconteceram após os jihadistas terem ameaçado atacar cristãos egípcios, principalmente os do grupo étnico-religioso dos copta, através de um vídeo publicado por eles na madrugada na última segunda-feira, dia 20.
O homem que foi queimado vivo se chamava Medhat Hana e tinha 45 anos. Já a vítima que foi morta a tiros era seu pai, Saad, de 65 anos. À ANSA, as fontes de segurança do país apenas confirmaram a causa da morte dos dois e que os corpos foram encontrados na manhã desta quarta-feira (22) "atrás de uma escola no centro de Alarixe". 
Os coptas representam cerca de 10&% da população do Egito e a maior comunidade cristã do Oriente Médio. Por isso, os jihadistas egípcios do EI afirmaram em vídeo que este grupo era a "presa favorita" do Estado Islâmico e que o atentado a uma igreja no Cairo que resultou na morte de 27 pessoas foi "apenas o começo" da perseguição contra esses "infiéis". Só neste ano outros três coptas foram mortos a tiros em Alarixe, onde o grupo terrorista conduz há três anos e meio uma sangrenta guerrilha contra as forças armadas do Egito.

fonte http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2017/02/22/cristao-e-queimado-vivo-pelo-estado-islamico-no-egito/