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Este vídeo é apenas um alerta sobre a atuação do Islã nas sociedades livres. 2_x264.mp4
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Muculmano explica como os homens se tornam gays e como as mulheres se tornam prostitutas_x264.mp4
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Nesse vídeo a jornalista libanesa Brigitte Gabriel apresenta uma breve história da chamada Religião da Paz e das relações dela com os judeus e com os cristãos tanto no Oriente Médio.mp4
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Nosso objetivo é relatar tudo que é postado na internet (republicador de noticias) onde os leitores possam acompanhar em primeira mão o movimento islâmico no Brasil.
Somos cristãos e não concordamos com a mentira pregada pelo Islamismo, oque ao mesmo tempo não estaremos colocando nossa opinião, somente relatando oque é postado na internet e redes sociais sobre o movimento islâmico no
Brasil

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sábado, 14 de janeiro de 2017

Relatório militar espanhol: Terroristas islâmicos operam e se financiamento na América Latina para atacar os EUA

28/12/2017
A América Latina é um centro de terrorismo islâmico onde grupos como o ISIS e o Hezbollah operam livremente e levantam grandes somas de dinheiro para financiar atividades terroristas em outros países, principalmente nos Estados Unidos, de acordo com um novo relatório divulgado pelo Ministério da Defesa espanhol. "A América Latina representa uma região importante para o radicalismo islâmico porque as condições permitem o movimento livre, quase indetectável de seus membros em toda a região", afirma o documento.
Os governos da região consideram o terrorismo islâmico como um problema estrangeiro, segundo o relatório, e as agências de inteligência estão mal equipadas para lidar com a ameaça que eles representam. "A ignorância envolvendo a ameaça do terrorismo jihadista na América Latina tem sido tal que alguns governos se recusaram a cooperar com as autoridades dos EUA e outros serviços de inteligência", revela a inquietante avaliação. O relatório foi divulgado este mês pela divisão da Agência de Defesa da Espanha, conhecida como Instituto Español de Estudios Estratégicos (IEEE). O documento, de autoria de um especialista em contraterrorismo, é intitulado "El radicalismo islámico en América Latina. De Hezbolá al Daesh (Estado Islámico), ("Radicalismo Islâmico na América Latina, do Hezbollah ao ISIS).
O grupo libanês Hezbollah é identificado como tendo as maiores operações de angariação de fundos na região, embora outros, como ISIS, também são proeminentes. As organizações terroristas juntaram-se a conglomerados de narcotráfico estabelecidos para levantar e lavar grandes quantidades de dinheiro. O relatório identifica o grupo chamado El clan Barakat no Paraguai e Joumaa na Colômbia como dois exemplos de empresas de tráfico de drogas que há muito tempo trabalham com jihadistas islâmicos para lavar dinheiro. Especialistas militares da Espanha referem-se às relações como um "casamento de conveniência" entre o crime organizado latino-americano e terroristas muçulmanos com diferentes objetivos e interesses. "Cada um tira proveito dos benefícios que o relacionamento proporciona", afirma o relatório.
O ISIS está se expandindo rapidamente na América Latina, alerta o relatório, revelando que cerca de 100 indivíduos da grande comunidade muçulmana da região viajaram para a Síria e o Iraque para se juntarem a grupos terroristas recentemente. A Argentina e o Brasil têm as maiores populações muçulmanas na América Latina, com mais de 1 milhão cada, diz o relatório. Venezuela, México, Peru e Chile também têm grandes e crescentes populações muçulmanas. Trinidad e Tobago, as ilhas do Caribe na extremidade norte da América Latina, são identificadas como "especialmente preocupante" porque as autoridades locais informaram que 70 de seus cidadãos viajaram para a Síria e o Iraque para se juntar ao ISIS. Além disso, nove dos cidadãos das ilhas foram detidos na Turquia tentando atravessar a fronteira para a Síria. O relatório cita um artigo de 2012 em uma publicação militar de Trinidad que compara o crescimento do islamismo radical no país a um grupo de muçulmanos violentos que tentaram derrubar o governo em 1990.
A forte ligação entre os terroristas islâmicos e a América Latina vem se desenvolvendo há anos e a Judicial Watch a relatou amplamente, especialmente quando se trata do México. Com uma fronteira sul perigosamente porosa, a colaboração entre terroristas muçulmanos e cartéis de drogas mexicanos criou uma ameaça crítica para os Estados Unidos. No ano passado, a Judicial Watch informou que a ISIS está operando um acampamento a poucos quilômetros de El Paso, Texas, em uma área conhecida como "Anapra", situada a oeste de Ciudad Juárez, no estado mexicano de Chihuahua. Judicial Watch também descobriu uma história sobre os cartéis de drogas mexicanos contrabandeando estrangeiros de países com ligações terroristas em uma pequena cidade rural do Texas perto de El Paso. Os estrangeiros são classificados como Estrangeiros de Interesse Especial (SIA) pelo governo dos EUA e estão sendo transportados para áreas de esconderijo em Acala, uma encruzilhada rural localizada a cerca de 54 milhas de El Paso em uma estrada estadual - a Rodovia 20.
No começo deste ano, a Judicial Watch descobriu registros do Departamento de Estado confirmando que "extremistas árabes" estão entrando nos EUA através do México,  contrabandeando "células" da rede. Entre eles, um dos principais agentes da Al Qaeda procurado pelo FBI. Os documentos do governo também revelam que algumas redes de contrabando mexicano realmente se especializam em fornecer apoio logístico para indivíduos árabes que tentam entrar nos Estados Unidos. O principal líder da Al Qaeda no México foi identificado nos registros do Departamento de Estado, através de um cabo de setembro de 2004 do consulado americano em Ciudad Juárez, como Adnan G. El Shurkrjumah. 
Em dezembro de 2014 Shukrijumah foi morto pelo Exército do Paquistão em uma operação de inteligência no sul do Waziristão. Mas antes de morrer Shukrijumah ajudou a planejar vários ataques aos EUA, incluindo lotes de bombas para bombardear o estúdio de Oprah Winfrey e detonar dispositivos nucleares em várias cidades americanas. Durante anos Shukrijumah apareceu na lista mais procurada do FBI e, apesar de ser procurado pela agência, ele cruzou a fronteira com os Estados Unidos como quis, várias vezes, a partir do México, para se encontrar com militantes islâmicos no Texas. Em 2014, Judicial Watch relatou que, como um dos terroristas mais procurados do mundo, Shukrijumah pilotou um avião para o aeródromo Cielo Dorado em Anthony, no Novo México.
Tradução: Heitor De Paola

fonte http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=6685

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A Violência Islamista Guiará o Destino da Europa

por Daniel Pipes
Washington Times
10 de Outubro de 2016
Original em inglês: Islamist Violence Will Steer Europe's Destiny
Tradução: Joseph Skilnik
ESTOCOLMO, Suécia - ao visitar bairros mais afastados, predominantemente muçulmanos, que estão emergindo em quase todas as cidades do norte da Europa, uma pergunta vem recorrentemente à mente: por que alguns dos países mais ricos, mais instruídos, mais seculares, mais tranquilos e mais homogêneos do planeta, voluntariamente, abriram suas portas a praticamente qualquer migrante dos países mais pobres, mais retrógrados, mais religiosos e menos estáveis?
Outras perguntas se seguem: por que justamente os países de maioria cristã decidiram acolher imigrantes em sua maioria muçulmanos? Por que tantos políticos da velha guarda, principalmente Angela Merkel da Alemanha, ignoram e vituperam aqueles que estão cada vez mais preocupados que essa imigração esteja permanentemente mudando a fisionomia da Europa? Por que cabe justamente aos países mais fracos do Grupo Visegrád da Europa Oriental articular a patriótica rejeição a esse fenômeno? Qual é o futuro dessa imigração?
Um aviso na estação central de trens de Copenhague em outubro de 2016 negando temporariamente o livre trânsito na área Schengen sem fronteiras. (Crédito da foto: Daniel Pipes)
Não há uma resposta única que se aplique aos diversos países, contudo, dos muitos fatores (como a secularização) por trás dessa aceitação sem precedentes históricos de povos estrangeiros, se destaca como o mais crítico a sensação de culpa dos europeus ocidentais.
Para muitos europeus ocidentais mais intelectualizados sua civilização se baseia menos em cima de avanços científicos, níveis de prosperidade jamais vistos e a conquista única das liberdades humanas e mais em relação ao colonialismo, racismo e fascismo. A brutal conquista francesa da Argélia, o funesto genocídio alemão, sem igual, perpetrado contra os judeus e o legado de um nacionalismo extremo fez com que muitos europeus, na análise do intelectual francês Pascal Bruckner, vejam a si mesmos como "o homem doente do planeta", responsável por todos os problemas globais, da pobreza à depredação ambiental, "o homem branco semeou dor e ruína por onde quer que tenha passado". A abundância implica em roubo, a pele clara manifesta a pecaminosidade.
A ilustração do Washington Times desse artigo.
Bruckner rotula isso de "tirania da culpa" e eu encontrei algumas expressões impressionantemente expressivas desse auto-ódio nas minhas recentes viagens. Um padre francês manifestou remorso em relação ao histórico da Igreja. Um alemão intelectual conservador prefere sírios e iraquianos a seus compatriotas alemães. Um guia turístico sueco se afastou de seus colegas suecos e espera que não seja visto como tal.
Na verdade, muitos europeus têm a sensação de que essa culpa os coloca num degrau mais alto; quanto mais se depreciam, mais se vangloriam - inspirando uma estranha mistura de autoaversão e superioridade moral que, entre outras consequências, os deixam relutantes em perder tempo e dinheiro necessários para terem filhos. "A Europa está perdendo a fé em si mesma, as taxas de natalidade entraram em colapso", observa o cientista irlandês William Reville.
A catastrófica queda nas taxas de natalidade criou uma crise demográfica existencial. Considerando que mulheres da União Europeia deram à luz apenas 1,58 filhos no ano de 2014. No continente não há nascimentos suficientes sequer para equilíbrio com as mortes. Com o passar do tempo esta taxa situada num patamar bem abaixo da mera substituição significa uma queda acentuada no número de portugueses, gregos e outros. Manter o estado de bem-estar social e a máquina das pensões funcionando requer a importação de estrangeiros.
Total da taxa de fertilidade das mulheres europeias em 2014. (Fonte: Eurostat)
Esses dois movimentos - remir-se da culpa e substituir filhos inexistentes − se juntam então para incentivar o fluxo massivo de povos não ocidentais, o que o escritor francês Renaud Camus chama de "a grande substituição." Asiáticos do sul no Reino Unido, norte-africanos na França e turcos na Alemanha, além de somalis, palestinos, curdos e afegãos por todos os lados, podem alegar inocência em relação aos pecados históricos da Europa, ainda que ofereçam a perspectiva de impulsionar a economia. Conforme o escritor norte-americano Mark Steyn coloca: "o Islã é agora o principal fornecedor de novos europeus".
O Establishment ou o que eu chamo de 6 pontos: (políticos, policiais, promotores, imprensa, professores e sacerdotes) geralmente insistem que tudo vai dar certo: os turcos se tornarão trabalhadores produtivos, os somalis bons cidadãos e os problemas com os islamistas se esvairão.
A teoria é essa e às vezes ela até funciona. Muito mais comum, no entanto, ocorre quando os imigrantes muçulmanos se mantêm distantes da cultura da sua nova casa europeia ou rejeitam-na por completo, conforme claramente manifestado pelas relações de gênero, alguns atacam violentamente os não-muçulmanos. Muito frequentemente também eles não têm as qualificações ou o incentivo para trabalharem com afinco e acabam sendo um ônus para a economia.
Um aviso em Amsterdã adverte os criminosos que eles terão que passar por um exame de DNA por intermédio de um spray para identificá-los. (Crédito da foto: Daniel Pipes)
O fluxo de povos muçulmanos que não se integram levanta a séria questão se a civilização europeia do milênio passado tem condições de sobreviver. Será que a Inglaterra se tornará Londonistão e a França uma república islâmica? O Establishment critica, rejeita, marginaliza, ostraciza, suprime e até prende aqueles que levantam essas questões, humilhando-os como extremistas de direita, racistas e neofascistas.
Apesar disso, a perspectiva de islamização faz com que um número cada vez maior de europeus lutem para preservar seu tradicional estilo de vida. Fazem parte dessa lista líderes intelectuais como a já falecida Oriana Fallaci e o romancista Michel Houellebecq, políticos como Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria e Geert Wilders, líder do partido mais popular da Holanda.
Partidos políticos anti-imigração normalmente recebem cerca de 20% dos votos. Há um consenso recente de que o apelo desses partidos permaneça nesse patamar, se chegarem a 30%, talvez possam continuar crescendo. Pesquisas de opinião mostram que a maioria esmagadora teme o Islã e quer interromper e até reverter os efeitos da imigração, principalmente a dos muçulmanos. Sob esta ótica Norbert Hofer, que recentemente recebeu 50% dos votos na Áustria, representa uma potencial guinada de grande importância.
Apetrechos de moradores de rua para dormir na Avenue de Flandre, Paris, em setembro de 2016. (Crédito da foto: Daniel Pipes)
A maior questão que a Europa enfrenta é quem ou o que irá conduzir o futuro do continente, o Establishment ou a população? A extensão da violência política islamista provavelmente irá decidir isso: o estrondoso rufar dos tambores dos assassinatos em massa (como os da França desde Janeiro de 2015) puxa a sardinha para o lado do povo, sua ausência permite que o Establishment permaneça no comando. Ironicamente, portanto, as ações dos migrantes é que irão, em grande parte, moldar o destino da Europa.
O Sr. Pipes (DanielPipes.org, @DanielPipes) é o presidente do Middle East Forum. © 2016 por Daniel Pipes. Todos os direitos reservados.
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As Nações Unidas declaram Guerra Contra a Civilização Judaico-Cristã

No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol xadrez palestino, o keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país. (Imagem: UN/Manuel Elias)
Como é que a jurisprudência Ocidental, criada após a Segunda Guerra Mundial para evitar que fossem cometidos mais crimes contra a humanidade, agora está sendo usada para perpetuar mais crimes e justamente contra as democracias?

É uma manipulação terrível procurar apagar toda a história judaica e cristã, para que se acredite que todo o mundo era originalmente e eternamente somente islâmico. Esta é a cara da jihad. Não se trata apenas de macacões laranja, decapitações e escravidão. Se é possível apagar e reescrever a história, também é possível redirecionar o futuro.

Quando palestinos espancam suas esposas a culpa é de Israel, segundo afirmou a especialista da ONU Dubravka Simonovic com a maior cara lavada.

No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país.

A guerra das Nações Unidas contra os judeus de Israel é no fundo uma guerra contra o Ocidente. A ONU e seus defensores estão rapidamente abrindo caminho para o califado europeu.

O ano de 2016 foi fantástico para os antissemitas nas Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU visou somente a única democracia do Oriente Médio: o Estado de Israel. A sainte Administração Obama, segundo consta, orquestrou o que até o Haaretz chamou de uma campanha de "aprontar e sair correndo" na ONU para denegrir o estado judeu e deixá-lo à mercê da própria sorte onde avultam apenas conflitos e ódio. Trata-se de um genocídio cultural que não é menos perigoso do que os ataques terroristas. Ele se baseia em mentiras antissemitas e cria um clima para que não seja alcançada a "paz", como dissimuladamente se propaga e também para perpetuar a guerra.

A Resolução 2334 do Conselho de Segurança da Nações Unidas é o ápice de um ano vertiginosamente proveitoso para os antissemitas. Em novembro passado, comissões da Assembleia Geral da ONU adotaram, em um único dia, dez resoluções contra Israel, a única sociedade aberta do Oriente Médio. Quantas resoluções foram aprovadas contra a Síria? Uma. Quantas contra o estado pária da Coreia do Norte? Uma. Quantas contra a Rússia, quando anexou a Crimeia? Uma.

Hillel Neuer, da UN Watch, fez a seguinte observação:

"Mesmo quando o presidente sírio Bashar Assad se prepara para o massacre final do seu próprio povo em Aleppo, a ONU aprova uma resolução - elaborada e copatrocinada pela Síria - que falsamente condena Israel por tomar "medidas repressivas" contra cidadãos sírios nas Colinas de Golã. É simplesmente obsceno".

Nem uma única resolução foi aprovada em relação aos países que realmente violam os direitos humanos, como a Arábia Saudita, Turquia, Venezuela, China e Cuba, isso para não falar dos inúmeros países verdadeiramente tirânicos em toda a África. Apenas uma resolução foi aprovada no tocante às "propriedades de refugiados palestinos", mas sequer uma única menção sobre a propriedade dos cristãos iraquianos em Mossul.

Outra resolução neste banquete racista das Nações Unidas diz respeito à "aplicação da Convenção de Genebra nos territórios ocupados". Há centenas de disputas territoriais no mundo, do Tibete ao Chipre, mas será que apenas Israel merece ser mencionado?

De acordo com os mentirosos das Nações Unidas, o país mais perverso do mundo é Israel. O Alto Comissário de Direitos Humanos Zeid Ra'ad do Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU e o príncipe Zeid al Hussein da Jordânia já estão patrocinando uma "lista negra" de empresas internacionais que têm laços com empresas israelenses na Judeia, Samaria, Jerusalém Oriental e nas Colinas de Golã para facilitar o boicote a Israel, na esperança evidente de exterminar economicamente a única democracia e nação pluralista da região: o estado judeu.

A Representante Especial das Nações Unidas para Crianças e Conflitos Armados Leila Zerrougui da Argélia, sugeriu também incluir o Exército de Israel na lista negra de países e grupos que causam corriqueiramente sofrimento às crianças, juntamente com Al Qaeda, Boko Haram, Estado Islâmico, Talibã e países como o Congo e a República Centro Africana, abominada por conta de suas crianças-soldado - obviamente que isso não se aplica aos palestinos, que continuam promovendo o uso de crianças como combatentes e como "mártires". Como é que a jurisprudência Ocidental, criada após a Segunda Guerra Mundial para evitar que fossem cometidos mais crimes contra a humanidade, agora está sendo usada para perpetuar mais crimes e justamente contra as democracias?

A Comissão das Nações Unidas para os Direitos das Mulheres condenou Israel como o único violador mundial dos direitos das mulheres. Não a Síria, onde as forças de Assad usam o estupro como tática de guerra ou o Estado islâmico, que escraviza as mulheres das minorias religiosas. Não a Arábia Saudita, onde as mulheres são punidas se não estiverem vestidas com os trajes islâmicos que cobrem o corpo inteiro em temperaturas escaldantes ou se dirigirem um carro ou até mesmo se saírem de casa desacompanhadas. Não o Irã, onde o "adultério" (que pode incluir o estupro) é passível de punição por apedrejamento até a morte. E se palestinos espancam as esposas a culpa é de Israel, segundo afirmou a especialista da ONU Dubravka Simonovic com a maior cara lavada.

A Organização Mundial da Saúde das Nações Unidas também seleciona singularmente Israel como o único infrator do mundo da "saúde ambiental, mental e física", apesar de Israel ser o único país do mundo, que a bem da verdade, proporciona assistência médica aos seus inimigos (pergunte aos filhos dos líderes do Hamas).

Michael Lynk, canadense, professor de Direito foi então nomeado como investigador "imparcial" da ONU sobre supostas violações israelenses dos direitos humanos, apesar da sua longa história de lobismo contra Israel, incluindo a sua participação no conselho de muitas organizações pró-palestinas, incluindo os Amigos de Sabeel e o Conselho Nacional de Relações árabes-canadenses.

Em outubro passado a agência cultural da ONU, UNESCO - ao declarar, como num passe de mágica, que locais bíblicos judaicos da antiguidade são na verdade "islâmicos", muito embora o Islã sequer existisse historicamente até o Século VII, pois veio a ser estabelecido centenas de anos mais tarde - quis, com a cumplicidade pérfida do Ocidente, apagar as raízes judaico-cristãs de Jerusalém.

É uma manipulação terrível procurar apagar toda a história judaica e cristã para que se acredite que todo o mundo era originalmente e eternamente somente islâmico. É uma jihad. Esta é a cara da jihad. Não se trata apenas de macacões laranja, decapitações e escravidão. Se é possível apagar e reescrever a história, também é possível redirecionar o futuro. Se você não sabe de onde você vem, em nome de que valores você irá lutar ou defender?

Nomes importam sim. Se for um nome judeu, então ele é chamado de "Judeia e Samaria", se for um nome "Palestino", poder-se-ia dizer que os "judeus o roubaram" e que Israel é uma "entidade colonialista" edificada na "injustiça". Por que então ninguém aponta para todo o continente da América do Sul, usurpado dos índios pelas armas de Cortés, Pizarro e outros europeus?

A última resolução do Conselho de Segurança da ONU contra Israel não trata somente de "assentamentos", mas também da Cidade Velha de Jerusalém. Seus membros querem voltar a história, não para o ano de 1967 e sim 1948, o ano em que Israel nasceu.

Quando Marcel Breuer e Bernard Zerfuss projetaram o edifício da UNESCO em concreto e vidro na Place Fontenoy em Paris e Pablo Picasso doou afrescos ao empreendimento, eles muito provavelmente imaginavam o renascimento da cultura ocidental após as tragédias da guerra, do Holocausto e do pesadelo nazista. Nunca em nenhum outro lugar do planeta palavras como "educação", "ciência", "cultura", "liberdade", "paz" e "fraternidade" foram repetidas tantas vezes. Havia esperança e comprometimento de que o futuro seria melhor - não pior. Mas o sonho não durou mais do que poucos minutos após o anúncio.

A União Soviética já tinha de fato manchado programas culturais da UNESCO com o vermelho do comunismo, como quando a UNESCO promoveu a "nova ordem da informação mundial", cuja meta era acabar com o domínio da imprensa ocidental - apresentada como uma "ameaça" à "identidade cultural" das nações do "Terceiro Mundo". Daí em diante, debaixo da Torre Eiffel, o Terceiro Mundo autoritário e antiocidental assumiu o controle do centro cultural da ONU, que se tornou, de acordo com o Washington Post, "excessivamente burocrático, oneroso, perdulário, imbuído de um forte viés antiocidental e anticapitalista".

Desde então Israel continua a ser tratado como um pária por esses criminosos ideológicos e tangíveis do Sena. Mesmo depois disso tudo, em 1975 a ONU "mostrou sua verdadeira face" disseminando o libelo de sangue antissemita: "sionismo é uma forma de racismo".


No mês passado o presidente da Assembleia Geral da ONU, Peter Thomson, usava de forma ostensiva o famoso cachecol xadrez palestino, o keffiyah, símbolo da "resistência palestina" (leia-se terrorismo). Isso é simplesmente a continuação da destruição cultural de Israel, que serve para justificar o próximo passo, que é o extermínio físico do país.
O destino da civilização judaico-cristã - o cristianismo, bem como o judaísmo - sobre os quais se baseiam todos os nossos valores, está ligado ao destino do Estado de Israel. Se Israel deixar de existir, o mesmo acontecerá com o cristianismo. O mundo é testemunha de como os poucos cristãos e demais não muçulmanos que ainda restam no Médio Oriente - outrora os gloriosos cristãos de Bizâncio - estão sendo massacrados, uma vez que os judeus e os gregos se foram.
A guerra das Nações Unidas contra os judeus de Israel é no fundo uma guerra contra o Ocidente. A ONU e seus defensores estão rapidamente abrindo caminho para o califado europeu.
Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.

fonte https://pt.gatestoneinstitute.org/9706/nacoes-unidas-israel-guerra

sábado, 31 de dezembro de 2016

Terrorismo no Brasil?



Desde os atentados nos Estados Unidos em setembro de 2001 o mundo inteiro passou a dedicar atenção ao terrorismo. Mas no Brasil parece que a coisa ficou inerte.
Apesar do país ter assinado diversos tratados e termos de cooperação se comprometendo a combater o terrorismo, por muitos anos a presença em território brasileiro foi negado pelo governo e pela polícia federal, mas nos últimos anos a coisa mudou de figura.
O UOL apurou que tanto a Polícia Federal como a Abin monitora dezenas de pessoas por suspeita de envolvimento com grupos extremistas como a Al Qaeda, o Hezbolah, as FARC e mais recentemente, o Estado Islâmico.
"Quando pensávamos que o grande risco no terrorismo era a Al Qaeda, surgiu o Estado Islâmico e sua força no recrutamento", afirma um agente da Abin.
O trabalho de monitoramento de suspeitos no Brasil também conta com ajuda de órgãos de inteligência internacionais como a CIA, o serviço secreto americano, a MOSSAD, o serviço secreto israelense e o MI6, o serviço secreto inglês.
Ao menos 30 agências de inteligência mantém operações em território brasileiro e outras 90 integram uma rede de troca de informações do qual o Brasil faz parte.
Há brasileiros sendo monitorados, por exemplo, por manter contato com pessoas no exterior suspeitas de serem recrutadores  do Estado Islâmico.
Em alguns casos esta rede de informação faz com que tanto Polícia Federal como Abin monitore a passagem de imigrantes suspeitos pelo Brasil ou monitorar  aqueles que decidiram ficar aqui no país.
Um exemplo disto foi  no caso recente divulgado pela revista Época do físico francês Adlène Hicheur, que trabalha na Universidade Federal do Rio de Janeiro e foi preso e condenado em 2009 na França sob a acusação de planejar atentados terroristas.
Para agentes da Polícia Federal, Hicheur é um homem suspeito e sua presença no Brasil incomoda, principalmente por seu histórico combinado com sua inteligência e sua área de atuação, que é física nuclear.
Mas o máximo que as autoridades brasileiras podem fazer é monitorar, Hicheur não pode ser preso no Brasil, mesmo que de fato a investigação aponte que ainda mantenha vínculos com terroristas pela falta de definição do crime de terrorismo na legislação.
Na prática ninguém no país pode ser acusado de terrorismo, quando há uma investigação em curso ou o monitoramento, o que acontece é a justiça ser acionada e operações da Polícia Federal acabam sendo deflagradas quando estes alvos cometem outros crimes como lavagem de dinheiro, falsificação, formação de quadrilha,  evasão de divisas, apologia ao crime ou injúria racial.
Em agosto de 2015, por exemplo, foram expedidos 18 mandados de busca e apreensão em uma operação batizada de Mendaz pela Polícia Federal.
O alvo foram pessoas suspeitas de integrarem um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que beneficiavam um grupo extremista. O dinheiro era enviado do Brasil para o exterior sem que fosse possível identificar os beneficiários do dinheiro.
Os detidos na operação mantinham perfis em redes sociais que defendiam execuções em massa e declaravam apoio ao Estado Islâmico. A operação foi acompanhada pela Embaixada Americana e Israelense.

fonte http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2016/12/31/terrorismo-no-brasil.htm

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A Ditadura Politicamente Correta do Ocidente

Ela Nos Cegou Diante do Verdadeiro Perigo: Islã Radical

por Giulio Meotti  •  26 de Dezembro de 2016
  • O corajoso trabalho da artista Mimsy foi retirado da Mall Galleries de Londres depois que a polícia britânica o definiu como "incendiário".
  • Na França as crianças são ensinadas que os ocidentais são Cruzados, colonizadores e "maus". Na tentativa de justificar o repúdio à França e à sua cultura judaico-cristã, as escolas têm fertilizado o solo no qual o extremismo islâmico se desenvolve e floresce sem obstáculos.
  • Ninguém pode negar que a França está sob cerco islamista. Na semana passada o serviço de inteligência da França descobriu mais uma conspiração terrorista. Mas qual é a prioridade do governo socialista? Restringir a liberdade de expressão dos "militantes" pró-vida.
  • Sob esta ditadura politicamente correta, a cultura ocidental estabeleceu dois princípios. Em primeiro lugar, a liberdade de expressão pode ser restringida a qualquer momento se alguém afirmar que uma opinião é um "insulto". Em segundo lugar, há um malévolo padrão de dois pesos e duas medidas: as minorias, especialmente as muçulmanas, podem dizer livremente o que bem entenderem contra judeus e cristãos.
  • Não há melhor aliado do extremismo islâmico do que essa hipocrisia da censura liberal: na verdade, os dois querem suprimir qualquer tipo de crítica ao Islã, bem como qualquer defesa conceituada do Iluminismo Ocidental ou da cultura judaico-cristã.
  • O Twitter, um dos veículos desta nova intolerância até formou um "Conselho de Segurança e Confiança." Ele faz lembrar o "Conselho para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício" da Arábia Saudita
  • Pode até parecer uma era dourada para a liberdade de expressão: mais de um bilhão de tuítes, postagens no Facebook e blogs todo santo dia. Mas, abaixo dessa camada superficial, a liberdade de expressão está recuando dramaticamente.

    Estudantes da City University of London, domicílio de uma das escolas de jornalismo mais respeitadas da Grã-Bretanha, votaram a favor de banir três jornais de seu campus: The Sun, Daily Mail e o Express. O "crime" daqueles jornais, de acordo com a moção aprovada, é o de terem publicado histórias que criticavam migrantes, artigos "islamofóbicos" e tornar "as classes trabalhadoras, que tão orgulhosamente dizem representar, em bodes expiatórios". A University City, teoricamente um local dedicado à abertura e ao questionamento, se tornou a primeira instituição educacional ocidental a votar a favor da censura e do banimento de "jornais de direita".

    Após o massacre na redação da revista Charlie Hebdo o cineasta David Cronenberg chamou assim essa autocensura: " uma grotesca e sinuosa correção política. "É um dos venenos ideológicos mais letais do Século XXI. Não se trata apenas de ser uma atitude de mente tacanha e ridícula, nos cega diante do Islã radical que está afadigando as nossas defesas mentais e culturais.

    Os inúmeros ataques perpetrados por extremistas muçulmanos são testemunho de que o mundo multicultural no qual nos engajaram é uma ficção. O politicamente correto simplesmente encoraja os islamistas a elevarem ainda mais a importância de vencerem a guerra de autoria deles próprios. A tensão resultante foi e é alimentada pelas elites ocidentais, através de seu sentimento de culpa por conta do "colonialismo" imposto ao Terceiro Mundo.

    "ISIS ameaça Sylvania"- uma exposição de arte destaca bichinhos fofinhos de pelúcia fazendo piquenique em um gramado, sem saber da presença de outros bichinhos de pelúcia, só que desta vez vestidos de terroristas carregando fuzis automáticos em uma colina logo atrás deles - é o trabalho da artista conhecida como Mimsy (sua verdadeira identidade não pode ser revelada). Os protagonistas desta série de quadros de caixas de luz compreendem uma família de bonecas representadas por bichinhos de pelúcia que habitam um vale encantado. Homens armados, vestidos de capangas do Estado islâmico, atacam os inocentes habitantes do vale, na escola e na praia, em um piquenique ou em uma parada do orgulho gay. Parece uma versão atualizada do Maus de Art Spiegelman, uma história em quadrinhos que retrata gatos nazistas e camundongos judeus durante o Holocausto.

    Os que desejam ver aquele painel artístico na Mall Galleries, em Londres, terão que se consolar com o trabalho de Jamie McCartney, "The Great Wall Vagina", nove metros de órgãos genitais femininos, menos importantes e menos provocadores.

    A corajosa obra de Mimsy, depois que a polícia britânica a definiu como "incendiária", foi retirada do programa deste evento cultural de Londres. Seus organizadores informaram aos proprietários da galeria que se eles quiserem colocar os quadros em exposição, terão que desembolsar US$46.000 para "proteger o local" durante os seis dias da exposição.
    Sob esta ditadura politicamente correta, a cultura ocidental estabeleceu dois princípios. Em primeiro lugar, a liberdade de expressão pode ser restringida a qualquer momento se alguém afirmar que uma opinião é um "insulto". Em segundo lugar, há um malévolo padrão de dois pesos e duas medidas: as minorias, especialmente as muçulmanas, podem dizer livremente o que bem entenderem contra judeus e cristãos.

    E assim veio a calhar que o time mais famoso do futebol espanhol, Real Madrid, retirou a cruz de seu emblema depois de um acordo comercial com o emirado de Abu Dabi. O símbolo cristão foi rapidamente descartado com o objetivo de agradar os patrocinadores islâmicos do Golfo.

    Talvez em breve será requisitado que o Ocidente mude a bandeira da União Europeia - doze estrelas amarelas sobre um fundo azul - pelo fato de conter uma mensagem cristã em seus preceitos. Arsène Heitz, que a projetou em 1955, se inspirou na iconografia cristã da Virgem Maria com uma coroa e doze estrelas na cabeça: que mensagem desumana da "supremacia cristã ocidental"!

    A correção política também está impingindo um imenso impacto sobre a atividade comercial em grande escala: a Kellogg's retirou a publicidade da Breitbart por "não estar alinhada com os nossos valores" e a Lego cancelou a publicidade no jornal Daily Mail, só para dar alguns exemplos.

    Não deveria causar nenhum alarme o fato das empresas decidirem como bem entenderem onde anunciar seus produtos, mas é muito alarmante quando isso se dá por conta da "ideologia". Nós nunca ouvimos falar de empresas que tenham abandonado um jornal ou um Website por ele ser demasiado liberal ou de "esquerda". Se os regimes árabes-islâmicos seguissem esses pontos de vista, eles não deveriam então pedir as suas empresas que parem de fazer publicidade em jornais ocidentais que publicam artigos críticos ao Islã ou fotos de mulheres seminuas?

    Bibliotecas dos campi americanos já estão afixando "advertências expressas" em obras da literatura: os alunos são alertados por exemplo, que a sublime Metamorfose de Ovídio "justifica" o estupro. A Universidade de Stanford até conseguiu dar um jeito de excluir Dante, Homero, Platão, Aristóteles, Shakespeare e outros gigantes da cultura ocidental do currículo acadêmico em 1988: ao que tudo indica, porque muitas de suas obras-primas são "racistas, machistas, reacionárias e repressivas". Este é o vocabulário da rendição ocidental diante do fundamentalismo totalitário islâmico.

    A França removeu grandes expoentes como Carlos Magno, Henrique IV, Luís XIV e Napoleão, das escolas, para substituí-los por exemplo, pelo estudo da história do Mali e de outros reinos africanos. Na escola, as crianças são ensinadas que os ocidentais são Cruzados, colonizadores e "maus". Na tentativa de justificar o repúdio à França e à sua cultura judaico-cristã, as escolas têm fertilizado o solo no qual o extremismo islâmico se desenvolve e floresce sem obstáculos.

    É uma questão de prioridades: ninguém pode negar que a França está sob cerco islamista. Na semana passada o serviço de inteligência da França descobriu mais uma conspiração terrorista. Mas qual é a prioridade do governo socialista? Restringir a liberdade de expressão dos "militantes" pró-vida. O Wall Street Journal chamou isso de "Guerra da França Contra o Discurso Antiaborto. "A França já conta com um conjunto de leis mais lenientes e liberais no tocante ao aborto. Mas o politicamente correto torna o indivíduo cego e ideológico". Em quatro anos e meio os socialistas reduziram a nossa liberdade de expressão e atacaram as liberdades públicas", assinalou Riposte Laïque (Website e movimento político).

    Nos EUA, o mundo acadêmico está rapidamente fechando as portas a qualquer tipo de debate. Hoje em dia na Universidade de Yale professores e estudantes estão debruçados sob uma nova emergência cultural: "renomeação". Eles estão mudando o nome de edifícios com o intuito de apagar quaisquer vestígios da escravidão e do colonialismo - um revisionismo no estilo da Revolução Bolchevique da Rússia.

    Em todos os cantos dos EUA e do Reino Unido, um ar de hostilidade está se espalhando em relação a opiniões e ideias que poderiam causar até mesmo uma pitada de angústia nos estudantes. O resultado é a ascensão do que um escritor como Bret Easton Ellis chamou de "Geração Fracote".

    Os jihadistas estão obviamente sorrindo de orelha a orelha diante dessa correção política ocidental, uma vez que o resultado desta ideologia será a abolição do espírito crítico ocidental e uma reeducação surreal das massas através do aniquilamento da nossa história e um ódio ao nosso passado verdadeiramente liberal.

    A Universidade de Bristol no Reino Unido acaba de ser alvo de duras críticas por tentar aplicar o "No Platform" (Política da União Nacional dos Estudantes do Reino Unido que impõe que nenhuma organização ou indivíduo proscrito possa discursar num palanque) em Roger Scruton devido aos seus pontos de vista sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Enquanto isso as universidades britânicas estão oferecendo palanques a pregadores islâmicos radicais. No universo politicamente correto, pensadores conservadores são mais perigosos do que defensores do ISIS. Boris Johnson, ex-prefeito de Londres, chamou esta distopia de "o Boko Haram do politicamente correto. "

    Estudantes e professores da Universidade Rutgers em Nova Jersey cancelaram um discurso da ex-secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice. Estudantes e professores da Scripps College na Califórnia protestaram contra a presença de outra ex-secretária de Estado, Madeleine Albright, que de acordo com os manifestantes, é uma "criminosa de guerra".

    O professor da Universidade de Nova York Michael Rectenwald, que atacou o politicamente correto e o mimo dos estudantes, foi recentemente expulso da sala de aula porque seus colegas se queixaram sobre a sua "incivilidade". O professor de estudos liberais foi forçado a se submeter à licença remunerada. "É uma alarmante restrição da liberdade de expressão que chega a ponto de não se poder nem fingir ser algo sem que as autoridades venham atrás de você nas universidades" ressaltou Rectenwald ao New York Post.

    Não há melhor aliado do extremismo islâmico do que essa hipocrisia da censura liberal: na verdade, os dois querem suprimir qualquer tipo de crítica ao Islã, bem como qualquer defesa conceituada do Iluminismo Ocidental ou da cultura judaico-cristã.

    A censura acontece não apenas nos enclaves liberais na orla marítima dos Estados Unidos, mas também na França. O Eagles of Death Metal - conjunto americano que estava se apresentando na casa de espetáculos Bataclan em Paris quando terroristas do ISIS invadiram o teatro e assassinaram 89 pessoas em 13 de novembro de 2015 - foi banido de dois festivais de música: Rock en Seine e Cabaret Vert. O motivo? Jesse Hughes, vocalista da banda, concedeu uma entrevista politica extremamente incorreta:

    "Será que o controle de armas francês evitou que um único infeliz morresse? Eu acho que a única coisa que interrompeu o massacre foi a intervenção de alguns dos homens mais valentes que eu já vi na minha vida se atirando de cabeça no palco da morte com suas armas de fogo. Ao meu ver a única coisa que mudou na minha maneira de pensar é que talvez, até que ninguém mais tenha armas, todo mundo deveria tê-las. Porque eu nunca vi que alguém que tivesse uma fosse morto e eu gostaria que todos tivessem acesso a elas, eu vi pessoas morrendo que talvez pudessem estar vivas, não sei".

    Depois do massacre cometido por jihadistas na boate gay Pulse em Orlando, o Facebook emitiu uma ordem pró-islâmica e baniu uma página da revista Gaystream, por ela ter publicado um artigo crítico ao Islã na esteira do banho de sangue. O diretor da Gaystream, David Berger, criticou duramente o diretor do Gay Museum em Colônia, Birgit Bosold, que disse à imprensa alemã que os gays deveriam ter mais medo dos brancos fanáticos do que dos extremistas islâmicos.

    Jim Hoft jornalista gay, criador do blog Gateway Pundit, muito popular, foi suspenso do YouTube. O Twitter, um dos veículos desta nova intolerância, suspendeu a conta de Milo Yiannopoulos, um proeminente crítico gay do fundamentalismo islâmico - mas provavelmente não as contas de fundamentalistas islâmicos que criticam gays. O Twitter ainda formou um "Conselho de Segurança e Confiança." Ele faz lembrar o "Conselho para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício" da Arábia Saudita. Isso poderia ser uma inspiração para os mulás liberais?

    Com efeito, poderia parecer uma era dourada para a liberdade de expressão. Mas debaixo dessa ditadura do politicamente correto, o único que "sai ganhando" é o Islã político.

    Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.

    fonte https://pt.gatestoneinstitute.org/9652/ditadura-politicamente-correta

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Apesar da ameaça de morte, mulheres de Mossul se unem para lutar contra Estado Islâmico


Um grupo de mulheres iraquianas se juntou para mostrar como é a vida das mulheres que estão sob controle dos terroristas em Mossul. Eles descrevem todos os crimes que os jihadistas cometem.
O grupo foi organizado por um historiador de Mossul que, através da sua conta do Facebook, faz a cobertura dos acontecimentos.
O historiador contou para a Sputnik que o grupo integra mulheres eminentes. Entre elas estão médicas, professoras, cientistas, pessoas enérgicas e corajosas. Por exemplo, duas destas mulheres se infiltraram em um campo de refugiados para conhecer as condições de vida das pessoas que fugiram do Estado Islâmico. Eles entregam comida e medicamentos aos campos. As mulheres trabalham com a permanente ameaça de serem identificadas por terroristas, que acabam com todos os que se opõem a eles.
A maioria das mulheres se encontra todos os dias com jihadistas pessoalmente, algumas ajudam as mulheres refugiadas à distância. Nada Usef, a secretária de imprensa do grupo, vive na Noruega, onde trabalha como professora em uma escola para crianças com deficiência. Em uma entrevista para a Sputnik Árabe, Nada revelou os nove objetivos do grupo.
- Cada mulher do grupo que cumpre uma missão faz tudo como se ela lutasse sozinha contra todo o mal e não tivesse medo dele. Este é o ponto mais importante na luta contra os extremistas do Estado Islâmico.
- O grupo faz a cobertura da vida das mulheres em Mossul, nas zonas controladas pelo EI e nos campos de refugiados, onde elas sofrem de fome, de frio, de falta de medicamentos e de condições de vida extremamente difíceis. 
- As mulheres do grupo devem levantar a questão do futuro papel das mulheres em Mossul depois do fim da ocupação do EI. 
- É necessário que o ponto de vista das mulheres sobre a situação de Mossul seja divulgado. 
- As mulheres devem ajudar a recuperar o equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar, a razão e as emoções. 
- As mulheres devem ter a possibilidade de participar da vida política, social e cultural sem rejeitar os princípios do Islã. 
- O grupo ajuda todas as mulheres a alcançar o êxito. 
- O grupo deve identificar as mulheres socialmente ativas de Mossul. 
- O grupo deve apresentar as suas propostas para combater às violações identificadas.
Ao capturar Mossul, os jihadistas estabeleceram regras duras em relação às mulheres. Elas foram obrigadas a usar véu, foram impostas várias restrições da sua atividade e liberdade. Por exemplo, as escolas e universidades foram fechadas, devido às convicções extremistas dos jihadistas.

fonte http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2016/12/22/apesar-da-ameaca-de-morte-mulheres-de-mossul-se-unem-para-lutar-contra-estado-islamico/

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Homossexualidade e Islamismo - JIHAD do AMOR


Jihad do Amor (Jihad Of Love) é um documentário dirigido pelo indiano muçulmano e homossexual Parvez Sharma. Os participantes do documentário são muçulmanos que desejam viver a sua homossexualidade livremente e continuar praticando a fé islâmica. 

O documentário foi filmado clandestinamente em 12 países: Arábia Saudita, Irã, Iraque, Paquistão, Egito, Bangladesh, Turquia, França, Índia, África do Sul, Estados Unidos e Reino Unido e em nove línguas. Para a proteção de algumas pessoas (entre participantes eseus familiares), o diretor usou recursos para esconder os rostos ou filmou apenas silhuetas, pois, existe o risco de morte em países como Irã (ou Irão), Arábia Saudita e Paquistão.

"Jihad do Amor" tem sido também conhecido sob a designação ‘Em nome de Deus’. A palavra ‘jihad’ ou ‘guerra santa’, diante das reações do povo islâmico às opressões tem tido outras conotações. O seu significado é bastante complexo e o documentário tenta recuperar o conceito que se refere à luta dos fiéis de se manterem no caminho de Allah (Deus, em árabe).

Há uma luta extrema de muçulmanos e muçulmanas que vivem em países onde há proibições de seus relacionamentos homoeróticos, os levando a uma dupla vida para serem aceites na sociedade.

Na África do Sul, Muhsin Hendricks, um imame (líder religioso) casado e com filhos, declarou-se homossexual num programa de rádio e ouviu pedidos de pena de morte. No Egito, onde ser gay é ilegal, o jovem Mazen com 20 anos é obrigado a fugir depois de ser preso, torturado e violado por estar numa boate LGBT no momento em que esta foi invadida pela polícia. Maryam, uma lésbica que vive em Paris, e mantém uma relação de longa-distância com a sua namorada, Maha, no Cairo. Uma mãe muçulmana na Turquia aceita o casamento lésbico de sua filha mais velha. Quatro gays iranianos fogem de seu país e buscam asilo no Canadá. Para muitos a saída tem sido a fuga e são encontrados refugiados na França, no Canadá e na Turquia (um dos poucos países de maioria islâmica onde a homossexualidade não é criminalizada).

fonte https://www.youtube.com/watch?v=SKa7vdDo8ug&feature=em-uploademail

Muçulmano vê Jesus em um sonho e torna-se Cristão

INGLATERRA, REINO UNIDO. - Quando ele era um muçulmano devoto, Hassan teve um sonho que levou a mudanças na sua fé. "No sonho, Jesus aproximou-se dele como uma luz", diz Pastor Sally Smith, líder de uma igreja que já recebeu dezenas de refugiados muçulmanos em West Midlands, na Inglaterra.
E Hassan, que se converteu ao cristianismo e foi batizado na igreja britânica, outro homem teve uma experiência semelhante.
"Ele viu Jesus e vi uma foto de esta igreja em seu sono", ela disse ao site Christian Today. "Muitas experiências sobrenaturais estão acontecendo. É maravilhoso ser parte dela. "
histórias milagrosas freqüentemente ocorreram este ano na igreja liderada por Smith. Só em 2015, mais de 50 muçulmanos convertidos ao cristianismo no local. Hoje, oito de cada dez membros da igreja são pessoas que anteriormente tinham sido muçulmanos.
Smith compara a igreja a um rio vivo da fé. Ela criou um centro para acolher os recém-chegados, principalmente do Iraque e do Irão. "Nós não estamos aqui para converter as pessoas. Eu digo aos voluntários que abandonam sua religião e deixar de lado a porta ", disse o padre.
No entanto, muitos muçulmanos se convertem. Depois de perder tudo e ir através do desespero e sofrimento, eles são movidos pela bondade dos cristãos, de acordo com Smith.

fonte http://www.noticiacristiana.com/misiones/evangelismo/2016/12/musulman-jesus-sueno.html

texto original em espanhol

Musulmán ve a Jesús en sueño y se convierte a Cristo

INGLATERRA, REINO UNIDO. – Cuando era un musulmán devoto, Hassan tuvo un sueño que generó cambios en su fe. “En el sueño, Jesús vino a él como una luz”, dice el pastor Sally Smith, líder de una iglesia que ha albergado a decenas de refugiados musulmanes en West Midlands, Inglaterra.
Así como Hassan, que se convirtió al cristianismo y fue bautizado en la iglesia británica, otro hombre tuvo una experiencia similar.
“Él vio a Jesús y vio una foto de esta iglesia en su sueño”, dijo ella al sitio web de Christian Today. “Muchas experiencias sobrenaturales están sucediendo. Es maravilloso ser parte de ello”.
Historias milagrosas han ocurrido con frecuencia este año en la iglesia dirigido por Smith. Sólo en 2015, más de 50 musulmanes se convirtieron al cristianismo en el local. Hoy, ocho de cada diez miembros de la iglesia son personas que antes habían sido musulmanes.
Smith compara a la iglesia con un río vivo de fe. Ella creó un centro para acoger a los recién llegados, que provienen principalmente de Irak e Irán. “No estamos aquí para convertir a la gente. Les digo a los voluntarios que abandonen su religión y la dejen a un lado de la puerta”, dijo el religioso.
Sin embargo, muchos musulmanes se convierten. Después de perder todo y pasar por la desesperación y el sufrimiento, ellos son movidos por la bondad de los cristianos, según Smith.