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sábado, 22 de abril de 2017

O que muda com a nova Lei de Migração?

A nova Lei de Migração, aprovada na terça-feira 18 pelo Senado Federal, vai garantir a imigrantes que chegam ao Brasil os mesmos direitos dos cidadãos brasileiros. De autoria do ex-senador e agora ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes (PSDB-SP), a nova lei revoga o Estatuto do Estrangeiro, criado durante a ditadura militar. O projeto, que coloca o Brasil numa posição de vanguarda em questões migratórias, segue para sanção do presidente Michel Temer.
Segundo a ONG Conectas Direitos Humanos, a proposta "abandona a visão de que o imigrante é uma ameaça à segurança nacional e passa a tratar o tema sob a perspectiva dos direitos humanos. O Estatuto do Estrangeiro não é apenas anacrônico, mas também discriminatório. Sua substituição era urgente", avalia a diretora de Política Externa da ONG Conectas Direitos Humanos, Camila Asano.
O texto estabelece os direitos e deveres do imigrante e do visitante, regula a entrada e estada no Brasil e estabelece princípios e diretrizes sobre as políticas públicas direcionadas a esses grupos.
O que muda?
Entre os princípios da lei, estão a garantia ao imigrante de condição de igualdade com os nacionais, inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade e acesso aos serviços públicos de saúde e educação, bem como registro da documentação que permite ingresso no mercado de trabalho e direito à previdência social.
Os imigrantes também poderão exercer cargo, emprego e função pública, conforme definido em edital, com exceção dos concursos reservados a brasileiros natos.
Vistos humanitários
Entre as principais mudanças introduzidas pela nova Lei de Migração estão a desburocratização do processo de regularização migratória e a institucionalização da política de vistos humanitários.
Atualmente, os vistos humanitários são provisórios e aplicados apenas a sírios e haitianos. A medida permite que pessoas em situação de risco possam chegar ao Brasil de maneira segura. E, quando chegarem, solicitarem refúgio ou outra forma de proteção humanitária internacional.
Combate à discriminação
A nova lei institui o repúdio à xenofobia e ao racismo e qualquer outra forma de discriminação como princípios da política migratória do país. O texto também garante aos migrantes o direito de participar de protestos e sindicatos.
A nova lei também amplia o acesso à Justiça e o direito de defesa dos migrantes.
Fim da criminalização da imigração
A nova lei também acaba com a criminalização por razões migratórias. Dessa maneira, nenhum migrante pode ser preso por estar em situação irregular. 
O texto prevê anistia aos migrantes que já se encontram em território nacional.

fonte https://www.cartacapital.com.br/politica/o-que-muda-com-a-nova-lei-de-migracao

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Professora muçulmana que suspendeu aluno cristão perde processo contra ele na Justiça

Um aluno cristão que foi suspenso da faculdade por discordar de sua professora muçulmana em relação à crucificação de Jesus foi processado pela mesma, mas terminou livre da ação porque a Justiça ficou do seu lado.
O atrito entre o aluno cristão Marshall Polston e a professora muçulmana Areej Zufari começou quando a docente da universidade Rollins College, na Flórida, afirmou em sala de aula que não haviam indícios históricos da crucificação de Jesus, e que os discípulos não o consideravam o Filho de Deus.
Polston protestou durante a aula, reiterando os argumentos presentes na Bíblia Sagrada. Posteriormente, o aluno enviou um e-mail à professora, criticando as afirmações, reiterando argumentos e questionando os porquês de ela ter se omitido quando um colega de classe expôs a determinação da lei islâmica sharia de morte aos homossexuais.
A professora reagiu, inicialmente com uma publicação em sua página no Facebook, em que acusava Polston de perseguição e ódio. Depois, a docente moveu uma ação contra o aluno, alegando as mesmas coisas.
De acordo com informações do portal The Christian Post, na última semana, o juiz do condado de Orange, rejeitou dar continuidade à ação da professora contra o aluno, pois considerou que não há nenhuma evidência que comprove que Areej Zufari esteja sendo perseguida por Marshall Polston.
O aluno, que estava suspenso das aulas por um mês, teve a punição revogada pela reitoria da universidade e informou, através de carta, que as acusações de abuso feitas contra ele eram inverídicas e sua postura não violava os padrões estabelecidos pela instituição.
No entanto, no mesmo documento, os reitores deram um puxão de orelhas no aluno, considerando que seu comportamento era “agressivo, desrespeitoso e por vezes vulgar em múltiplas comunicações verbais e eletrônicas com professores, funcionários e estudantes”.
O advogado de Marshall Polston, Kenneth Lewis, emitiu um comunicado comemorando a reintegração do aluno e pedindo que a universidade investigue as ações da professora Areej Zufari.

A professora Areej Zufari é também integrante da Sociedade Muçulmana na Flórida

fonte https://noticias.gospelmais.com.br/professora-muculmana-aluno-cristao-perde-justica-89865.html

Assustados com terrorismo muçulmano, evangélicos abrem campanha de oração pelo futuro presidente da França

O extremismo muçulmano em forma de terrorismo, na França, mobilizou os evangélicos do país em uma campanha de oração para que Deus abençoe o novo presidente do país, que será eleito no próximo pleito, previsto para os dias 23 de abril e 7 de maio. O pedido de oração se estende a todo os cristãos
O extremismo muçulmano em forma de terrorismo, na França, mobilizou os evangélicos do país em uma campanha de oração para que Deus abençoe o novo presidente do país, que será eleito no próximo pleito, previsto para os dias 23 de abril e 7 de maio.
O pedido de oração se estende a todo os cristãos do mundo, já que o atual, François Hollande, é muito mal avaliado e já anunciou que não tentará a reeleição. A iniciativa, da Aliança Evangélica Europeia (EEA), é marcante, pois a entidade tem como princípio não s envolver em questões políticas.
Em nota, a EEA salientou que “não é neutra com relação à importância de um bom governo, justo e que trabalhe por uma sociedade saudável”, e que as “atrocidades do terrorismo islâmico” vem aumentando, “levando inevitavelmente ao medo e também à divisão social”.
A preocupação dos evangélicos franceses é que políticos com propostas de vigilância extremas e barreiras migratórias recebam apoio maciço do povo e sejam eleitos: “Isto está inevitavelmente influenciando o modo como alguns políticos falam e os eleitores pensam”, afirmou o documento, de acordo com informações do portal Christian Today.
A nota divulgada pela EEA também abre um debate sobre “o quão laico o país deve ser”, pois esse princípio está se tornando, na prática, em restrição às liberdades religiosas. “O quanto a religião deveria ser permitida em público é algo vivamente debatido. E a liberdade de expressão sobre questões éticas como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, sub-rogação, eutanásia ou aborto também estão sob ataque. O verdadeiro pluralismo religioso e a liberdade de expressão serão protegidos ou haverá mais restrições legais nesta sociedade já altamente secularizada?”, questionou.
Os líderes da EEA chamaram atenção para as acusações de corrupção contra importantes líderes políticos franceses, como Marine Le Pen e François Fillon, vistos como “presidenciáveis”, e afirmou que tais revelações causaram “uma enorme desilusão entre os eleitores”.
Por fim, os evangélicos ressaltaram que é importante que o futuro presidente do país “apoie a liberdade de religião e de expressão para todos” e “sirva ao bem comum de todos os habitantes e também permita à França desempenhar um papel positivo em nível europeu e mundial pela paz e pela liberdade”.
fointe https://noticias.gospelmais.com.br/evangelicos-campanha-oracao-futuro-presidente-franca-89922.html

sexta-feira, 7 de abril de 2017

As mulheres muçulmanas dispostas a fazer sexo com estranhos na esperança de salvar casamento

Uma investigação da BBC descobriu um grande número de websites oferecendo a mulheres muçulmanas divorciadas por decisão unilateral dos maridos uma controversa prática de reconciliação.
De acordo com uma interpretação da Sharia, o código legal e ético islâmico, o "halala" é um misto de matrimônio e divórcio-relâmpago, em que as mulheres pagam para se casar, fazer sexo e se divorciar de um outro homem para que possam voltar ao marido original, caso ambos desejem retomar a união.
A reconciliação só é possível, então, com um casamento intermediário
A vasta maioria dos muçulmanos, porém, é contra o halala e considera a prática uma interpretação errônea as leis islâmicas sobre divórcio.
Mas a confusão surge de outra medida controversa: o suposto direito que homens têm de se divorciar automaticamente e unilateralmente de suas mulheres se falarem a palavra "talaq" (divórcio em árabe) três vezes seguidas para suas parceiras.
Há muçulmanos que acreditam que o "triplo talaq" dissolve imediatamente um casamento islâmico. A prática é proibida na maioria dos países muçulmanos, mas ainda ocorre - inclusive em nações europeias, como o Reino Unido.
Farah, por exemplo, foi dispensada pelo marido e pais de seus filhos por meio de mensagens de texto.
"Estava em casa com as crianças e ele no trabalho. Tivemos uma discussão e ele me mandou um texto dizendo 'talaq, talaq, talaq'", contou a mulher em entrevista ao programa jornalístico Victoria Derbyshire, da BBC.
"Mostrei a mensagem para o meu pai e ele disse que meu casamento estava acabado, que não poderia voltar para meu marido."
Casal muçulmano discutindoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionInterpretação da lei muçulmana leva a divórcio unilateral, 'automático' e polêmico
Farah diz ter ficado magoada, mas que amava o marido - que tinha expressado arrependimento - e queria a reconciliação. Por isso ela se interessou pelo halala: a crença é que, caso se casasse com outro homem, consumasse o matrimônio e se divorciasse, poderia voltar para ele.
Segundo a investigação da BBC, há um grande número de ofertas online do "serviço". E muitas oferecem preços equivalentes a milhares de reais pela combinação de matrimônio e divórcio, mas líderes muçulmanos, além de condenar a prática, temem que mulheres sejam financeiramente exploradas, chantageadas ou mesmo abusadas sexualmente.
"Trata-se de um casamento fajuto e que apenas busca ganhar dinheiro e enganar pessoas vulneráveis", explica Khola Hasan, do Conselho Sharia Islâmico, em Londres, organização que oferece aconselhamento para mulheres em assuntos como divórcio.
"É algo que a lei islâmica proíbe. Há outras opções, como terapia de casal. Ninguém precisa de halala, qualquer que seja o caso", acrescenta ela.
Mulher muçulmana que falou à BBC em condição de anonimato
Image captionFarah contou ter recebido pedido de divórcio do marido via mensagem de texto do celular

Desespero

Um homem oferecendo halala no Facebook disse a uma jornalista da BBC (que fingiu ser uma mulher muçulmana divorciada) que cobraria cerca de 2,5 mil libras (cerca de R$ 10 mil) pelo serviço, que incluiria uma relação sexual.
O homem contou ainda ter colegas que haviam se recusado a conceder o divórcio após prestarem o "serviço" a mulheres.
A reportagem da BBC entrou em contato com o homem depois do encontro, e ele alegou jamais ter participado de um casamento halala e que a conta no Facebook havia sido criada "de brincadeira, como parte de um experimento social".
Farah tentou encontrar homens dispostos à prática, mas acabou desistindo.
"Conhecia mulheres que tinham buscado o halala em segredo, mas acabaram usadas por meses", conta.
"Elas iam para a mesquita, onde havia um quarto em que elas tinham relações com o imã (clérigo muçulmano) ou os homens que ofereciam esse serviço. Mas eles também permitiam que outros homens fizessem sexo com elas."
Khola Hasan
Image captionKhola Hasan diz que serviços de halala exploram vulnerabilidade das mulheres em questão
Farah decidiu não reatar com o marido, mas alerta que outras mulheres na mesma situação podem estar mais desesperadas por uma solução.
"Ninguém vai entender o que algumas mulheres sentem depois de um divórcio, de muita dor. Se você me perguntasse hoje, eu jamais faria isso. Não vou dormir com ninguém para reatar com um homem. Mas naquele momento eu estava desesperada para voltar com meu marido a qualquer custo."
fonte http://www.bbc.com/portuguese/geral-39503437

domingo, 26 de março de 2017

Missões: na contramão de pesquisas, número de muçulmanos que aceitam Jesus só aumenta

Pesquisas sobre religião apontam a tendência de crescimento dos muçulmanos em todo o mundo, por conta da investida que líderes da religião fazem para expansão, e principalmente pela alta taxa de natalidade nas famílias que seguem o islamismo. No entanto, missionários pontuam que essas pesquisas ignoram um fato: as conversões ao Evangelho
Na doutrina muçulmana, os fiéis a Alá são instruídos a acreditar que um sonho é uma manifestação sobrenatural. E os relatos de missionários sobre muçulmanos que sonharam com Jesus, e por conta disso, terminaram se interessando pela Bíblia e posteriormente se convertendo ao Evangelho, são diversos.
Na doutrina muçulmana, os fiéis a Alá são instruídos a acreditar que um sonho é uma manifestação sobrenatural. E os relatos de missionários sobre muçulmanos que sonharam com Jesus, e por conta disso, terminaram se interessando pela Bíblia e posteriormente se convertendo ao Evangelho, são diversos.
Um missionário da Portas Abertas, que pediu anonimato por questões de segurança, afirmou que as pesquisas são projeções com base nos dados demográficos e histórico das populações observadas, mas que os pesquisadores desconsideram as conversões ao Evangelho em suas variáveis, e a mídia, ignora o fato.
“Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, disse o missionário, em relato à Portas Abertas.

A decisão de um muçulmano se converter ao Evangelho é cercada de tensão e uma prova de convicção, já que no islamismo, a apostasia – abandono da crença – é punida com a morte. Assim, quando há a decisão de seguir a Jesus, ela envolve um risco inerente à vida dessa pessoa e sua família.

Projeções

As projeções de pesquisadores apontam que a atual expansão do islamismo em todo o mundo poderá levar a religião de extremismos a se tornar a mais popular do planeta em 2070, de acordo com um novo estudo realizado pelo Pew Research Center, uma entidade dedicada à pesquisa do comportamento social.
No islamismo, as mulheres atualmente têm taxa de fertilidade superior às demais, com média de 3,1 filhos, o que gera um crescimento numério considerável. De acordo com o estudo divulgado pelo Pew Research Center, a religião muçulmana crescerá a uma taxa de 73% até 2050, enquanto o cristianismo terá um ritmo bem menor: 35%.
O estudo – intitulado “Muçulmanos e Islã: principais descobertas nos EUA e ao redor do mundo” – prevê que o número de muçulmanos ao redor do mundo alcance 2,92 bilhões de pessoas em 2070, enquanto os cristãos somem 2,76 bilhões.
Se essa previsão se comprovar, os muçulmanos terão crescido num ritmo quase 100% superior à média da população mundial, já que as estimativas apontam que o crescimento nesse período seja de 37% – algo que já é visto como preocupante em termos de meio-ambiente e alimentação.
A expectativa é que o número de ateus e não-religiosos diminua percentualmente, já que, apesar da expectativa de seu crescimento em países europeus e nos Estados Unidos, em termos globais, a tendência é de queda: dos atuais 16,4% para 13,2% na década de 2050.

Sonhos e conversões

Confira nos links abaixo, relatos de pessoas e famílias que abandonaram o islamismo e se converteram ao Evangelho após terem sonhos com Jesus.

fonte https://noticias.gospelmais.com.br/pesquisas-muculmanos-aceitam-jesus-aumenta-89525.html

Islamismo será a maior religião do mundo?

Embora as pesquisas fortaleçam a ideia de que o islamismo será maior que o cristianismo em 2070. Elas não levam em conta que o número de muçulmanos que se convertem a Cristo cresce cada vez mais
Atualmente, o islamismo é a segunda maior religião do mundo depois do cristianismo, mas, segundo os novos relatórios do PRC (Pew Research Center), um Banco de Pesquisas sobre as questões, atitudes e tendências globais, até 2070, os muçulmanos terão superado os cristãos em número, se as tendências demográficas continuarem. O motivo para isto é que os muçulmanos têm mais filhos do que os outros sete grupos religiosos analisados no estudo. Em todo o mundo, as mulheres muçulmanas têm uma média de 3,1 crianças em comparação com 2,3 para todos os outros grupos combinados.
Embora o islã seja a principal religião em muitos países do Oriente Médio e Norte da África, o relatório diz que a maioria dos muçulmanos vive na região da Ásia Pacífico, em especial na Indonésia. Acredita-se que, em 2050 a Índia terá mais muçulmanos do que qualquer outro país, cerca de 300 milhões, embora o hinduísmo continue sendo a maior religião dessa nação. Em setembro de 2015, Pravin Togadia, então presidente do WHC (World Hindu Council – Conselho Hindu Mundial), afirmou que os hindus corriam risco de extinção e que pediram para incluir na legislação uma punição aos muçulmanos que tivessem mais que dois filhos.
De acordo com os dados do censo indiano de 2011, os muçulmanos registaram um crescimento de 0,8% entre 2001 e 2011 e os hindus diminuíram em 0,7%. A população muçulmana do Ocidente também está crescendo bastante. O PRC indicou em suas pesquisas que, 10% dos europeus são muçulmanos e 1 de cada 50 americanos, será muçulmano em 2050. O relatório destacou ainda que, na América, pouco se sabe sobre a religião islâmica e que a opinião favorável sobre o islã tem diminuído desde 2005.
Já o cristianismo, segundo as estatísticas, é mais suscetível a perder fiéis para outras crenças ou, então, vê-los evitando contato com outras religiões. Estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas irão aderir ao cristianismo até 2050, enquanto 106 milhões devem deixar a fé. A pesquisa não diz exatamente em quais regiões do mundo isto pode acontecer, mas, segundo um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas, Matthew*, o número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo também é cada vez maior. O que ocorre é que a mídia não divulga certos fatos. Leia mais na matériahttps://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/11/da-pra-entender-porque-tantos-muculmanos-estao-se-convertendo' alt='“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”' target='_blank'>“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”. “Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui o correspondente.

*Nome alterado por motivos de segurança.

fointe https://www.portasabertas.org.br/noticias/2017/03/islamismo-sera-a-maior-religiao-do-mundo

sexta-feira, 17 de março de 2017

Com nova estratégia, muçulmanos querem casar com cristãs para espalhar “a verdadeira religião”


A crise imigratória que assola a Europa está se mostrando uma oportunidade para os muçulmanos fazerem o número de adeptos de sua religião crescer e, pouco a pouco, tornar-se majoritária em países de tradição cristã.
A nova estratégia adotada pelos líderes muçulmanos é incentivar os homens solteiros que seguem a religião a casarem-se com cristãs, para transformá-las em seguidoras de Maomé e formar uma família islâmica.
Há pouco tempo, um estudo revelou que em poucas décadas o islamismo deverá superar o cristianismo como religião mais popular do planeta, e uma das razões apontadas é justamente a média de filhos que uma família islâmica tem, superior à dos cristãos ocidentais.
De acordo com a agência Reuters, um grupo muçulmano anônimo passou a espalhar centenas de cartazes em um bairro da cidade de Barcelona, na Espanha, estimulando aos homens muçulmanos a busca por mulheres cristãs e judias, para ensiná-las que “o Islã é a verdadeira religião”.
“É admissível e encorajamos que um homem muçulmano se case com mulheres honestas e castas, que pertencem ao Povo do Livro [judeus e cristãos]. Mesmo que tenham distorcido e alterado a tradição, elas ainda são adequadas para o casamento”, dizia trecho do cartaz.
Segundo o jornal local La Gaceta, o foco da nova estratégia muçulmana é um bairro chamado El Raval, na área de Barcelona conhecida como Ciutat Vella (cidade velha), em que vivem imigrantes da América do Sul, Romênia, Filipinas e Paquistão. O bairro é conhecido por seus bares, áreas de prostituição e também altas taxas de criminalidade.
“Irmão, se envolva em uma parceria com uma espanhola, ensine-lhe que o Islã é a verdadeira religião […] A lei islâmica determina que os frutos desta aliança seguirão o Islã, o que fortalecerá ainda mais a nossa comunidade”, diz a propaganda, explicitando a estratégia de difusão e crescimento do islamismo na Europa.
Os cartazes traziam ainda mensagens de ofensa aos cristãos e um convocação para uma reunião na noite da última terça-feira, 14 de março, em um restaurante árabe, quando iriam informar quais passos a comunidade muçulmana deverá tomar daqui em diante.

Guerra à vista

Grupos extremistas muçulmanos já anunciaram, em outras oportunidades, o interesse em retomar a Península Ibérica, que compreende áreas dos territórios de Espanha e Portugal, e que no passado, abrigavam muçulmanos.
Dentre os muçulmanos que vivem na Espanha, e principalmente entre os imigrantes que desembarcaram no país nos últimos anos, existe a crença de que os adeptos dessa religião têm “direito a retornar” ao país por causa da presença no passado.
Informações históricas garantem que ao longo de séculos, no período entre 711 e 1492, a Espanha tinha parte de seu território conhecido como Al-Andalus, uma mistura multicultural de muçulmanos, cristãos e judeus, que conviviam em comum acordo, apesar de haverem limitações e conflitos.
Hoje a Espanha tem 4% de sua população formada por seguidores do islamismo, sendo que mais da metade é imigrante. Há aproximadamente um ano, uma pesquisa da Anistia Internacional descobriu que 97% dos espanhóis estavam dispostos a “acolher imigrantes que fogem da guerra ou perseguição” no país.

foibnte https://noticias.gospelmais.com.br/estrategia-muculmanos-casar-cristas-converte-89221.html

Brasil tem muçulmanos ligados ao Estado Islâmico, diz xeque

O Brasil tem muçulmanos que apoiam o Estado Islâmico e, pior ainda, o número desses fanáticos está aumentando.

A informação é do xeque xiita brasileiro Rodrigo Jalloul foto).

Ele está preocupado com a expansão no Brasil de ramificações do islamismo constituídas por pessoas com pensamentos extremistas.

“Por mais que muitos xeques neguem, existem extremistas entre nós”, disse Jalloul à Veja.

“Basta ir ao centro de São Paulo e ver brasileiros recém-convertidos com roupas árabes e mulheres de burca. Ora, essas vestes são culturais, não religiosas. Não fazem sentido no contexto brasileiro.”

O xeque afirmou que os brasileiros que “tem mais sede de conversão” são os que inspiram mais preocupação.

“Eles querem se converter e não discutem nem questionam nada.”

Jalloul falou que esses brasileiros pregam o extermínio de cristãos e judeus.

Ele elogiou as autoridades brasileiras que prenderam em 2016 radicais islâmicos.

“A ação da Polícia Federal e do juiz que manteve esses radicais presos salvou a paz da religião e de seus seguidores no Brasil.”

Com informação de Veja e foto de divulgação.

fonte http://www.paulopes.com.br/2017/03/brasil-tem-muculmanos-ligados-ao-estado-islamico-diz-xeque.html

Como uma ilha caribenha virou o país com maior concentração de membros do EI

Em julho de 2016, a Dabiq, uma revista de propaganda do grupo extremista autodenominado Estado Islâmico (EI) publicou uma longa entrevista com Abu Saad at-Trinidadi.
A publicação apresenta o jovem lutador como "um ex-cristão que se converteu ao Islã e agora é um dos muitos combatentes de Trinidad e Tobago sob a bandeira do Estado Islâmico".
A revista parece não exagerar. Enquanto os relatórios indicam que o número de estrangeiros que migram para se juntar a grupos como Estado Islâmico e Al-Qaeda caiu significativamente no ano passado, a pequena ilha do Caribe não parou de exportar militantes para os extremistas.
Na verdade, Trinidad e Tobago é hoje o maior exportador per capita de combatentes para grupos extremistas do Hemisfério Ocidental. Essa realidade preocupa o governo do país e chama a atenção do presidente americano, Donald Trump.
As razões, dizem os especialistas, são os altos níveis de violência e criminalidade em Trinidad e Tobago, as condições socioeconômicas precárias em setores importantes e a crescente parte da população que abraça a religião muçulmana.

A longa viagem

À revista, Abu Saad at-Trinidadi relata que, depois de se reunir com outros trinitários muçulmanos, eles fizeram contatos e levantaram dinheiro para uma viagem de mais de 9,5 mil quilômetros.
Ele fez uma escala na Venezuela para encontrar sua mulher, e, juntos, partiram para o Oriente Médio em datas não reveladas.
"Sou hoje um dos muitos atiradores de elite do Califado. Regularmente participo com minha equipe de muitas batalhas ferozes contra vários inimigos do Estado Islâmico", disse ele na revista de propaganda.
Relatórios de organizações independentes e governos dizem que, a exemplo de Abu Saad at-Trinidadi e sua esposa, entre 125 e 400 pessoas nascidas em Trinidad e Tobago optaram por se juntar ao Estado Islâmico.
De acordo com o "Índice de Terrorismo Global", publicado pelo Instituto para a Economia e a Paz, apenas os Estados Unidos teriam exportado mais combatentes que Trinidad e Tobago entre os países ocidentais em 2016.
Cerca de 250 americanos se juntaram às fileiras jihadistas. Mas os EUA têm uma população de mais de 320 milhões de pessoas, enquanto a ilha caribenha tem apenas 1,3 milhão, o que a coloca à frente em em proporção per capita.

Por que Trinidad e Tobago?

Segundo Abu Saad at-Trinidadi, 60% dos combatentes do Estado Islâmico de Trinidad e Tobago vêm de famílias muçulmanas, enquanto o restante se converteu do Cristianismo. O Islã é seguido por de 5% a 8% da população da ilha.
John McCoy, professor de ciências políticas na Universidade de Alberta, no Canadá, defende a tese de que o Islã radical em Trinidad e Tobago tem "formas endógenas" que foram alteradas e exploradas por grupos como Al-Qaeda ou Estado Islâmico.
Autor da pesquisa "Extremismo violento cultivado em Trinidad e Tobago: padrões locais, tendências globais", ele acrescenta que "a criminalidade, a violência política, o legado histórico de radicalismo na ilha e a alta taxa de convertidos religiosos" são fatores que influenciam o surgimento de novos jihadistas no país.
Quando McCoy fala de "legado histórico de radicalismo", ele refere-se a episódios como a tentativa de tomar o poder protagonizada por um grupo de muçulmanos em 1990.
Na época, a organização islâmica de 250 pessoas fez uma trincheira no Parlamento de Trinidad, sequestrando ministros, mas a tentativa falhou.
Quando o Estado Islâmico autoproclamou seu califado em 2014, o radicalismo religioso já não era uma novidade em Trinidad e Tobago.
O país declarou sua independência do Reino Unido apenas em 1962 e tornou-se uma república em 1976. Sua população é composta principalmente de descendentes de africanos, indianos, chineses, sírios e libaneses.

Preocupação dos EUA

O Departamento de Estado dos EUA disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que Washington "vê este fenômeno com grande preocupação".
"Enquanto o fluxo de terroristas estrangeiros no Iraque e na Síria diminuiu significativamente ao longo do último ano, nós sabemos que vários cidadãos de Trinidad e Tobago têm viajado para o Oriente Médio para se juntar ao EI desde o início do conflito", afirmou um representante do órgão americano.
O Departamento de Estado disse que os Estados Unidos "apoiam o governo de Trinidad e Tobago em seus esforços para manter seu povo longe do extremismo violento e prevenir a saída futura de combatentes terroristas estrangeiros".
A Casa Branca informou que o presidente Trump teve um contato com o primeiro-ministro de Trinidad, Keith Rowley, em 19 de fevereiro para conversar sobre a "luta contra o terrorismo e o crime organizado internacional".

Os esforços na ilha

"Eu louvo Alá por me dar a oportunidade. Este é realmente um imenso favor dele. Quando fizemos a hijrah (migração ou viagem) pela primeira vez, nós nunca imaginamos que iríamos testemunhar o sonho do Califado se tornar uma realidade. (...) Nunca poderia agradecer a Alá o suficiente por me permitir estar entre os primeiros do nosso povo e tornar esse sonho uma realidade", disse Abu Saad at-Trinidadi à revista.
A entrevista do trinitário não é a única propaganda para recrutar pessoas da ilha. O governo do país está ciente de que o Estado Islâmico vem divulgando outros vídeos de jihadistas "com sotaque caribenho" para atrair mais recrutas do país. E não são apenas soldados.
A autoridades também estão preocupadas com os recursos que deixam a ilha para apoiar as atividades do EI.
Há sempre uma preocupação com o dinheiro que sai de Trinidad e Tobago que poderia estar envolvido com atividades terroristas. Há uma minoria na comunidade muçulmana que está empenhada para cometer esses crimes", disse o ministro da Segurança Nacional, Edmund Dillon, na semana passada.
Já o procurador-geral da ilha afirmou que as viagens a países como a Síria ou o Iraque são controladas, e autorizações especiais são necessárias para conter o êxodo dos futuros combatentes do Estado Islâmico.
Os muçulmanos de Trinidad expressaram raiva em relação a esse posicionamento, porque eles acreditam que as medidas alimentam o estereótipo sobre eles.
Depois de tentativas por parte do governo da ilha de limitar viagens para o Oriente Médio, Imtiaz Mohammed, líder do grupo de missionários islâmicos, ficou conhecido após dizer que a comunidade muçulmana não concorda com as restrições e disse que a maioria dos trinitários viaja para a região por caridade ou religião, e não para se juntar a qualquer grupo extremista.
Ao contrário dos Estados Unidos, a ilha de Trinidad ainda não tem punição por lei a quem participa de organizações extremistas como o Estado Islâmico ou a Al-Qaeda.
Mas a notícia constante de novos viajantes que partem do país para o Oriente Médio levou o Parlamento em pensar em implementar algo assim.
Um dos últimos casos que vieram à tona foi o de oito trinitários que foram presos na Turquia no meio de sua hijrah ao acampamento do Estado Islâmico na Síria. A captura ocorreu três dias antes da publicação da entrevista com Abu Saad at-Trinidadi.

fonte http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39225692

Justiça europeia permite que empresas proíbam véu islâmico no trabalho

Tribunal de Luxemburgo considera que medida não constitui discriminação direta à funcionária


A justiça europeia respaldou a proibição do uso do véu islâmico durante o horário de expediente. Para o Tribunal de Justiça da UE, impedir a trabalhadora de usá-lo “não constitui uma discriminação direta por motivos de religião ou convicções”. Segundo a sentença, como existia um regulamento interno da empresa proibindo os trabalhadores de usar qualquer tipo de símbolo, não houve discriminação na demissão da recepcionista Samira Achbita, que perdeu o emprego na Bélgicadepois de expressar a intenção de usar o véu durante a jornada de trabalho: [o regulamento] “dá tratamento igual todos os trabalhadores da empresa, impondo-lhes em particular, de forma geral e indiferenciada, uma neutralidade indumentária”, afirma a decisão anunciada nesta terça-feira.
É a primeira vez que a justiça da UE aborda um litígio sobre o uso do véu por mulheres muçulmanas em uma decisão que pode criar jurisprudência em favor do veto ao uso do véu islâmico em locais de trabalho na Europa, onde cerca de 6% da população é muçulmana. A justiça europeia, no entanto, deixa a última palavra aos juízes nacionais, que deverão avaliar a proporcionalidade de proibir a indumentária em cada caso. A sentença abre o caminho para que a proibição do véu seja legal em algumas ocasiões e ilegal em outras. Os juízes poderão levar em conta questões como a vigência de um regulamento interno, o tipo de atividade do funcionário – se trabalha no atendimento ao público – ou o tamanho do símbolo religioso.
O caso de Samira Achbita remonta a abril de 2006, quando ela manifestou pela primeira vez a intenção de usar véu no emprego em que trabalhava havia três anos. Em resposta, a direção da G4S Secure Solutions informou que o uso da indumentária não seria permitido por ferir a imagem de neutralidade política e religiosa que a empresa pretendia transmitir aos clientes. Apesar da advertência, Achbita insistiu e avisou o empregador de que usaria o véu quando voltasse da licença médica em maio. Segundo o relato registrado pelo TJUE, duas semanas depois, a companhia alterou o regulamento interno para incluir a proibição aos trabalhadores de usar signos visíveis de convicções políticas, filosóficas ou religiosas. A nova norma, no entanto, não fez Achbita mudar a indumentária, o que levou a sua demissão em meados de junho.
A trabalhadora entrou com uma ação indenizatória contra a empresa na justiça belga. Sua denúncia foi rejeitada nas duas primeiras instâncias. Mas o tribunal de cassação belga, que revisou o caso, decidiu encaminhá-lo à Corte de Luxemburgo. A empresa alegou que impedir Achbita de usar a peça durante o horário de trabalho não tinha nada a ver com sua condição de muçulmana, dado que as normas internas proibiam, de maneira geral, a exibição de qualquer símbolo político, filosófico ou religioso no local de trabalho.
A existência dessa norma interna foi decisiva para os juízes avaliarem que não houve discriminação por parte do empregador, mas o TJUE insiste que tribunal belga verifique se a insistência da empresa na imagem de neutralidade não responde exclusivamente a uma tentativa de evitar o uso do véu. “Caberá ao juiz nacional comprovar se a G4S havia estabelecido, antes da demissão de Achbita, um regime geral e indiferenciado na matéria”, diz a sentença. A máxima instância judicial da União Europeia só considera o regulamento de uma empresa discriminatório se ocasionar “desvantagem particular a pessoas que professam uma religião ou possuem determinadas convicções”. Mesmo nesse caso, a decisão ressalta que “essa discriminação indireta pode justificar-se objetivamente com uma finalidade legítima, como a adoção, pelo empresário, de um regime de neutralidade política, filosófica e religiosa nas relações com seus clientes”.
Há nove meses, a advogada-geral da UE, Julianne Kokott, respaldou a posição da empresa e afirmou, em seu parecer, que a proibição podia ser justificada porque o véu fere a neutralidade religiosa. O Tribunal de Luxemburgo costuma seguir o critério do magistrado europeu na maioria dos casos, como aconteceu nesta ocasião.
As organizações sociais receberam a decisão como um balde de água fria. “Dá maior liberdade de ação aos empregadores para discriminar por crenças religiosas em um momento em que a identidade e a aparência se tornaram um campo de batalha político”, lamentou a Anistia Internacional, que encoraja os Estados a proteger os direitos de seus cidadãos. “É uma decisão preocupante tomada unicamente com base na forma como escolhem se vestir em sua religião”, criticou a Rede Europeia contra o Racismo (ENAR).
Não foi a única sentença emitida sobre a questão nas últimas semanas. Há um mês um tribunal de Palma de Mallorca se pronunciou sobre o mesmo tema. O tribunal local autorizou o uso do véu islâmico no trabalho dando razão a uma funcionária que processou a empresa Acciona por proibi-la de usar o símbolo enquanto trabalhava no atendimento aos passageiros no aeroporto de Palma. A empresa foi condenada a ressarcir os 4.491,42 euros do salário que a funcionária deixou de perceber quando foi suspensa do emprego após negar-se a trabalhar sem o véu e pagar uma indenização de 7.892 euros pelos danos e prejuízos causados.
O crescimento da população muçulmana na Europa gerou um debate sobre a exibição de símbolos islâmicos que ultrapassa o âmbito judicial. Há um mês e meio, a Áustria proibiu a utilização do véu entre funcionários para garantir a neutralidade religiosa, e países como Bélgica, França, Holanda e Bulgária já tinham promulgado anos antes leis similares para limitar o uso em espaços públicos. A polêmica alcançou também os lugares de lazer. No verão passado, vários prefeitos franceses declararam ilegal o uso do burkini, o traje de banho islâmico, por considerá-lo contrário à laicidade, um dos princípios fundamentais da República francesa.

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